# CID H95: Transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimentos, não classificados em outra parte

**H95** é a categoria da CID-10 de transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimentos, não classificados em outra parte, no capítulo VIII (doenças do ouvido e da apófise mastóide). Ela tem 4 subcategorias, de H95.0 a H95.9.

_Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026_

Página: https://auraclinic.ai/cid/h95

Código: **H95**

- Grupo: [H90–H95](https://auraclinic.ai/cid/grupo/h90-h95) Outros transtornos do ouvido
- Capítulo: [VIII](https://auraclinic.ai/cid/capitulo/viii) Doenças do ouvido e da apófise mastóide
- Subcategorias: 4, de H95.0 a H95.9

## Subcategorias de H95

- [H95.0](https://auraclinic.ai/cid/h95-0) Colesteatoma recorrente da cavidade pós-mastoidectomia
- [H95.1](https://auraclinic.ai/cid/h95-1) Outros transtornos conseqüentes à mastoidectomia
- [H95.8](https://auraclinic.ai/cid/h95-8) Outros transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimento
- [H95.9](https://auraclinic.ai/cid/h95-9) Transtorno não especificado do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimento
- Categoria anterior: [H94 Outros transtornos do ouvido em doenças classificadas em outra parte](https://auraclinic.ai/cid/h94)
- Próxima categoria: [I00 Febre reumática sem menção de comprometimento do coração](https://auraclinic.ai/cid/i00)

## No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

Mais sobre o atestado: o guia [Atestado médico digital](https://auraclinic.ai/guias/atestado-medico-digital) e os [modelos de atestado](https://auraclinic.ai/modelos/tipo/atestado).

## No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista H95 no SIGTAP. [2]

## Procedimentos do SUS que aceitam H95

2 procedimentos do SIGTAP aceitam H95. [2]

- [09.04.01.001-5](https://auraclinic.ai/sigtap/0904010015) OCI avaliação inicial diagnóstica de déficit auditivo
- [09.04.01.002-3](https://auraclinic.ai/sigtap/0904010023) OCI progressão da avaliação diagnóstica de déficit auditivo

## Outras categorias de H90–H95

- [H90](https://auraclinic.ai/cid/h90) Perda de audição por transtorno de condução e/ou neuro-sensorial (9 códigos)
- [H91](https://auraclinic.ai/cid/h91) Outras perdas de audição (6 códigos)
- [H92](https://auraclinic.ai/cid/h92) Otalgia e secreção auditiva (3 códigos)
- [H93](https://auraclinic.ai/cid/h93) Outros transtornos do ouvido não classificados em outra parte (6 códigos)
- [H94](https://auraclinic.ai/cid/h94) Outros transtornos do ouvido em doenças classificadas em outra parte (2 códigos)
- [H95](https://auraclinic.ai/cid/h95) Transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimentos, não classificados em outra parte (4 códigos) ← esta página

## Recebeu um atestado com H95?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

## Perguntas frequentes

### O que significa o CID H95?

H95 significa transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimentos, não classificados em outra parte, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VIII (doenças do ouvido e da apófise mastóide).

### Quais são os tipos de CID H95?

A categoria H95 tem 4 subcategorias: H95.0 (colesteatoma recorrente da cavidade pós-mastoidectomia), H95.1 (outros transtornos conseqüentes à mastoidectomia), H95.8 (outros transtornos do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimento) e H95.9 (transtorno não especificado do ouvido e da apófise mastóide pós-procedimento).

### Pode colocar o CID H95 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

### O CID H95 dá direito a afastamento?

Não. O código H95 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60). [3]

## Fontes

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: [sistemas.cfm.org.br](https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2381_2024.pdf).

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. [Ver no SIGTAP](http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp).

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: [planalto.gov.br](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm).

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. [Ver na tabela oficial](http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm).

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
