# CID N11.0: Pielonefrite não-obstrutiva crônica associada a refluxo

**N11.0** é o código da CID-10 para pielonefrite não-obstrutiva crônica associada a refluxo, na categoria N11 (nefrite túbulo-intersticial crônica), do capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário).

_Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026_

Página: https://auraclinic.ai/cid/n11-0

Código: **N11.0** (N110, sem ponto)

- Categoria: [N11](https://auraclinic.ai/cid/n11) Nefrite túbulo-intersticial crônica
- Grupo: [N10–N16](https://auraclinic.ai/cid/grupo/n10-n16) Doenças renais túbulo-intersticiais
- Capítulo: [XIV](https://auraclinic.ai/cid/capitulo/xiv) Doenças do aparelho geniturinário
- Na guia TISS: N110, sem ponto

## Outros códigos de N11

- [N11.0](https://auraclinic.ai/cid/n11-0) Pielonefrite não-obstrutiva crônica associada a refluxo ← esta página
- [N11.1](https://auraclinic.ai/cid/n11-1) Pielonefrite obstrutiva crônica
- [N11.8](https://auraclinic.ai/cid/n11-8) Outras nefrites túbulo-intersticiais crônicas
- [N11.9](https://auraclinic.ai/cid/n11-9) Nefrite túbulo-intersticial crônica não especificada
- Anterior: [N08.8 Transtornos glomerulares em outras doenças classificadas em outra parte](https://auraclinic.ai/cid/n08-8)
- Próximo: [N11.1 Pielonefrite obstrutiva crônica](https://auraclinic.ai/cid/n11-1)

## O que diz a CID-10 sobre o N11.0

Inclui:

- Pielonefrite (crônica) associada a refluxo (vésico-ureteral)

Exclui:

- refluxo vésico-ureteral SOE ([N13.7](https://auraclinic.ai/cid/n13-7))

_CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS._

## Como usar o N11.0

### No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

Mais sobre o atestado: o guia [Atestado médico digital](https://auraclinic.ai/guias/atestado-medico-digital) e os [modelos de atestado](https://auraclinic.ai/modelos/tipo/atestado).

### Na guia TISS

O código vai sem o ponto: N110.

## No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista N11.0 no SIGTAP. [2]

## Procedimentos do SUS que aceitam N11.0

5 procedimentos do SIGTAP aceitam N11.0. [2]

- [03.05.02.001-3](https://auraclinic.ai/sigtap/0305020013) Tratamento da pielonefrite
- [03.03.15.004-1](https://auraclinic.ai/sigtap/0303150041) Tratamento de doencas renais tubulo-intersticiais
- [03.02.01.002-5](https://auraclinic.ai/sigtap/0302010025) Atendimento fisioterapêutico em pacientes c/ disfunções uroginecológicas
- [02.03.01.003-5](https://auraclinic.ai/sigtap/0203010035) Exame de citologia (exceto cervico-vaginal e de mama)
- [02.03.02.003-0](https://auraclinic.ai/sigtap/0203020030) Exame anatomo-patológico para congelamento / parafina por peça cirurgica ou por biopsia (exceto colo uterino e mama)

## Recebeu um atestado com N11.0?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

## Perguntas frequentes

### O que significa o CID N11.0?

N11.0 significa pielonefrite não-obstrutiva crônica associada a refluxo, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de N11 (nefrite túbulo-intersticial crônica).

### Quais são os outros códigos de N11?

N11.1 (pielonefrite obstrutiva crônica), N11.8 (outras nefrites túbulo-intersticiais crônicas) e N11.9 (nefrite túbulo-intersticial crônica não especificada).

### Qual a diferença entre N11.0 e N11.9?

Pelos nomes oficiais, N11.0 é pielonefrite não-obstrutiva crônica associada a refluxo, e N11.9 é nefrite túbulo-intersticial crônica não especificada. Os dois ficam na categoria N11.

### Pode colocar o CID N11.0 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

### O CID N11.0 dá direito a afastamento?

Não. O código N11.0 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60). [3]

### Como informar o N11.0 na guia TISS?

Sem o ponto: N110.

## Fontes

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: [sistemas.cfm.org.br](https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2381_2024.pdf).

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. [Ver no SIGTAP](http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp).

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: [planalto.gov.br](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm).

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. [Ver na tabela oficial](http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm).

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
