# CID P71: Transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal

**P71** é a categoria da CID-10 de transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal, no capítulo XVI (algumas afecções originadas no período perinatal). Ela tem 7 subcategorias, de P71.0 a P71.9.

_Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026_

Página: https://auraclinic.ai/cid/p71

Código: **P71**

- Grupo: [P70–P74](https://auraclinic.ai/cid/grupo/p70-p74) Transtornos endócrinos e metabólicos transitórios específicos do feto e do recém-nascido
- Capítulo: [XVI](https://auraclinic.ai/cid/capitulo/xvi) Algumas afecções originadas no período perinatal
- Subcategorias: 7, de P71.0 a P71.9

## Subcategorias de P71

- [P71.0](https://auraclinic.ai/cid/p71-0) Hipocalcemia do recém-nascido pelo uso de leite de vaca
- [P71.1](https://auraclinic.ai/cid/p71-1) Outras hipocalcemias neonatais
- [P71.2](https://auraclinic.ai/cid/p71-2) Hipomagnesemia neonatal
- [P71.3](https://auraclinic.ai/cid/p71-3) Tetania neonatal sem deficiência de cálcio ou magnésio
- [P71.4](https://auraclinic.ai/cid/p71-4) Hipoparatiroidismo neonatal transitório
- [P71.8](https://auraclinic.ai/cid/p71-8) Outros transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal
- [P71.9](https://auraclinic.ai/cid/p71-9) Transtornos transitórios não especificados do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal
- Categoria anterior: [P70 Transtornos transitórios do metabolismo dos carboidratos específicos do feto e do recém-nascido](https://auraclinic.ai/cid/p70)
- Próxima categoria: [P72 Outros transtornos endócrinos transitórios do período neonatal](https://auraclinic.ai/cid/p72)

## No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

Mais sobre o atestado: o guia [Atestado médico digital](https://auraclinic.ai/guias/atestado-medico-digital) e os [modelos de atestado](https://auraclinic.ai/modelos/tipo/atestado).

## Outras categorias de P70–P74

- [P70](https://auraclinic.ai/cid/p70) Transtornos transitórios do metabolismo dos carboidratos específicos do feto e do recém-nascido (7 códigos)
- [P71](https://auraclinic.ai/cid/p71) Transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal (7 códigos) ← esta página
- [P72](https://auraclinic.ai/cid/p72) Outros transtornos endócrinos transitórios do período neonatal (5 códigos)
- [P74](https://auraclinic.ai/cid/p74) Outros distúrbios eletrolíticos e metabólicos transitórios do período neonatal (8 códigos)

## Recebeu um atestado com P71?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

## Perguntas frequentes

### O que significa o CID P71?

P71 significa transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XVI (algumas afecções originadas no período perinatal).

### Quais são os tipos de CID P71?

A categoria P71 tem 7 subcategorias: P71.0 (hipocalcemia do recém-nascido pelo uso de leite de vaca), P71.1 (outras hipocalcemias neonatais), P71.2 (hipomagnesemia neonatal), P71.3 (tetania neonatal sem deficiência de cálcio ou magnésio), P71.4 (hipoparatiroidismo neonatal transitório), P71.8 (outros transtornos transitórios do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal) e P71.9 (transtornos transitórios não especificados do metabolismo do cálcio e do magnésio do período neonatal).

### Pode colocar o CID P71 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

### O CID P71 dá direito a afastamento?

Não. O código P71 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60). [3]

## Fontes

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: [sistemas.cfm.org.br](https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2381_2024.pdf).

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: [planalto.gov.br](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm).

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. [Ver na tabela oficial](http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm).

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
