# CID Q75.3: Macrocefalia

**Q75.3** é o código da CID-10 para macrocefalia, na categoria Q75 (outras malformações congênitas dos ossos do crânio e da face), do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).

_Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026_

Página: https://auraclinic.ai/cid/q75-3

Código: **Q75.3** (Q753, sem ponto)

- Categoria: [Q75](https://auraclinic.ai/cid/q75) Outras malformações congênitas dos ossos do crânio e da face
- Grupo: [Q65–Q79](https://auraclinic.ai/cid/grupo/q65-q79) Malformações e deformidades congênitas do sistema osteomuscular
- Capítulo: [XVII](https://auraclinic.ai/cid/capitulo/xvii) Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
- Na guia TISS: Q753, sem ponto

## Outros códigos de Q75

- [Q75.0](https://auraclinic.ai/cid/q75-0) Craniossinostose
- [Q75.1](https://auraclinic.ai/cid/q75-1) Disostose craniofacial
- [Q75.2](https://auraclinic.ai/cid/q75-2) Hipertelorismo
- [Q75.3](https://auraclinic.ai/cid/q75-3) Macrocefalia ← esta página
- [Q75.4](https://auraclinic.ai/cid/q75-4) Disostose mandíbulo-facial
- [Q75.5](https://auraclinic.ai/cid/q75-5) Disostose óculo-mandibular
- [Q75.8](https://auraclinic.ai/cid/q75-8) Outras malformações congênitas especificadas dos ossos do crânio e da face
- [Q75.9](https://auraclinic.ai/cid/q75-9) Malformação congênita não especificada dos ossos do crânio e da face
- Anterior: [Q75.2 Hipertelorismo](https://auraclinic.ai/cid/q75-2)
- Próximo: [Q75.4 Disostose mandíbulo-facial](https://auraclinic.ai/cid/q75-4)

## Como usar o Q75.3

### No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

Mais sobre o atestado: o guia [Atestado médico digital](https://auraclinic.ai/guias/atestado-medico-digital) e os [modelos de atestado](https://auraclinic.ai/modelos/tipo/atestado).

### Na guia TISS

O código vai sem o ponto: Q753.

## No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista Q75.3 no SIGTAP. [2]

## Procedimentos do SUS que aceitam Q75.3

4 procedimentos do SIGTAP aceitam Q75.3. [2]

- [04.03.01.020-9](https://auraclinic.ai/sigtap/0403010209) Tratamento cirúrgico de craniossinostose com sutura única
- [04.04.03.030-0](https://auraclinic.ai/sigtap/0404030300) Remodelação craniofacial em paciente com anomalia crânio e bucomaxilofacial
- [04.04.03.017-3](https://auraclinic.ai/sigtap/0404030173) Septoplastia em paciente com anomalia crânio e bucomaxilofacial
- [03.03.11.001-5](https://auraclinic.ai/sigtap/0303110015) Tratamento das malformacoes e deformidades congenitas do sistema osteomuscular

## Recebeu um atestado com Q75.3?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

## Perguntas frequentes

### O que significa o CID Q75.3?

Q75.3 significa macrocefalia, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de Q75 (outras malformações congênitas dos ossos do crânio e da face).

### Quais são os outros códigos de Q75?

Q75.0 (craniossinostose), Q75.1 (disostose craniofacial), Q75.2 (hipertelorismo), Q75.4 (disostose mandíbulo-facial), Q75.5 (disostose óculo-mandibular), Q75.8 (outras malformações congênitas especificadas dos ossos do crânio e da face) e Q75.9 (malformação congênita não especificada dos ossos do crânio e da face).

### Qual a diferença entre Q75.3 e Q75.9?

Pelos nomes oficiais, Q75.3 é macrocefalia, e Q75.9 é malformação congênita não especificada dos ossos do crânio e da face. Os dois ficam na categoria Q75.

### Pode colocar o CID Q75.3 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário. [1]

### O CID Q75.3 dá direito a afastamento?

Não. O código Q75.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60). [3]

### Como informar o Q75.3 na guia TISS?

Sem o ponto: Q753.

## Fontes

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: [sistemas.cfm.org.br](https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2381_2024.pdf).

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. [Ver no SIGTAP](http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp).

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: [planalto.gov.br](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm).

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. [Ver na tabela oficial](http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm).

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
