SIGTAP 02.09.01.006-1: Videolaparoscopia
02.09.01.006-1 é o código do SIGTAP para videolaparoscopia. Na competência 10/2026, o SUS paga R$ 95,00 no serviço ambulatorial (SA) e R$ 95,00 no serviço profissional (SP). É de alta complexidade.
Valores e regras
- Valor ambulatorial (SA)
- R$ 95,00
- Valor hospitalar (SH)
- R$ 0,00
- Valor profissional (SP)
- R$ 95,00
- Complexidade
- Alta complexidade
- Sexo
- Ambos
- Idade mínima
- 0 meses
- Idade máxima
- 130 anos e 11 meses
- Quantidade máxima
- 1
- Financiamento
- Média e Alta Complexidade (MAC)
- Instrumento de registro
- BPA (Individualizado), AIH (Proc. Especial)
- Modalidade
- Ambulatorial, Hospitalar, Hospital Dia
Descrição oficial
Consiste numa intervenção cirúrgica minimamente invasiva, muito utilizada em cirurgias ginecológicas e urológicas, consagrada para a retirada da vesícula biliar, que foi seu primeiro uso. a evolução da tecnologia permite acessar praticamente todos os órgãos do corpo humano com aparelhos contendo, na extremidade que é introduzida no corpo, uma minicâmera que transmite imagens em alta resolução para monitores de vídeo e que podem ser gravadas para estudos posteriores. este procedimento é chamado, então, videolaparoscopia. usada primitivamente quase só para fazer diagnósticos, a videolaparoscopia atual permite colher material para biópsias e praticar intervenções cirúrgicas antes só possíveis a céu aberto. é realizada sob anestesia e consiste numa pequena incisão na região a ser examinada ou tratada, por onde é introduzido o laparoscópio, que é um fino tubo de fibras óticas, através do qual pode visualizar os órgãos internos e fazer intervenções diagnósticas ou terapêuticas. outras pequenas incisões podem ser necessárias para introduzir os instrumentos cirúrgicos. certa quantidade de gás (dióxido de carbono) é introduzida dentro da cavidade abdominal a fim de expandi-La e criar um campo de trabalho para se realizar a cirurgia. esta técnica tem a vantagem de menor trauma cirúrgico, menos sangramento intraoperatório, menor dor pós-operatória, recuperação pós-cirúrgica mais rápida e retorno mais cedo às atividades habituais e ao trabalho, além de menores cicatrizes. ela reduz a taxa de infecções e a ocorrência de aderências pós-operatórias. praticamente todas as cirurgias ginecológicas (cistos de ovário, dilatação das trompas, torção de ovário, gravidez ectópica, etc.) e urológicas podem ser realizadas por laparoscopia, além da retirada e os prolapsos do útero, bem como a cistocele ou retocele. a técnica de videoendoscopia também pode ser realizada em outros compartimentos como no tórax (videotoracoscopia), no pescoço, na face (em procedimentos de cirurgia plástica), vias urinárias e articulações. nas artroscopias (videoendoscopia de articulações) e endoscopia urinárias não é utilizado o gás carbônico para se criar espaço de trabalho e sim água destilada.
CIDs compatíveis
O SIGTAP aceita 5 CIDs com este procedimento.
Ocupações (CBO) que podem fazer
- 225165Médico gastroenterologista
- 225225Médico cirurgião geral
- 225230Médico cirurgião pediátrico
- 225250Médico ginecologista e obstetra
- 225280Médico coloproctologista
- 225285Médico urologista
- 225290Médico cancerologista cirurgíco
- 225310Médico em endoscopia
Da mesma forma de organização: Aparelho digestivo
Perguntas sobre o 02.09.01.006-1
Quanto o SUS paga por videolaparoscopia?
Na competência 10/2026 do SIGTAP, o valor é R$ 95,00 no serviço ambulatorial (SA) e R$ 95,00 no serviço profissional (SP).
Quais CIDs o SIGTAP aceita com videolaparoscopia?
5 CIDs: N80.0 (endometriose do útero), N80.1 (endometriose do ovário), N80.2 (endometriose da trompa de Falópio), N80.3 (endometriose do peritônio pélvico) e N80.5 (endometriose do intestino).
Quem pode fazer videolaparoscopia pelo SUS?
O SIGTAP lista 8 ocupações (CBO), todas de médico.
Fonte: SIGTAP, Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (DATASUS, Ministério da Saúde), competência 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver no SIGTAP.
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