CID C11.2: Neoplasia maligna da parede lateral da nasofaringe
C11.2 é o código da CID-10 para neoplasia maligna da parede lateral da nasofaringe, na categoria C11 (neoplasia maligna da nasofaringe), do capítulo II (neoplasias [tumores]).
Outros códigos de C11
- C11.0Neoplasia maligna da parede superior da nasofaringe
- C11.1Neoplasia maligna da parede posterior da nasofaringe
- C11.2Neoplasia maligna da parede lateral da nasofaringe
- C11.3Neoplasia maligna da parede anterior da nasofaringe
- C11.8Neoplasia maligna da nasofaringe com lesão invasiva
- C11.9Neoplasia maligna da nasofaringe, não especificada
O que diz a CID-10 sobre o C11.2
Inclui
- Fossa de Rosenmüller
- Orifício da trompa auditiva
- Recesso faríngeo
CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.
Como usar o C11.2
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar C11.2 num atestado Usar C11.2 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: C112.
Na tabela
- Estadiamento
- O SIGTAP pede o estádio com este código
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C11.2 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam C11.2
36 procedimentos do SIGTAP aceitam C11.2. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 04.16.03.023-8Ressecção de tumor de rinofaringe em oncologia
- 03.04.02.015-0Quimioterapia do carcinoma de nasofaringe avançado
- 03.04.04.008-8Quimioterapia do carcinoma de nasofaringe
- 04.16.03.021-1Faringectomia parcial em oncologia
- 04.16.03.022-0Faringectomia total em oncologia
- 04.04.02.045-3Osteotomia da maxila
- 03.04.02.020-6Quimioterapia do carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço avançado
- 04.06.02.024-8Linfadenectomia radical cervical unilateral
- 04.06.02.023-0Linfadenectomia radical cervical bilateral
- 04.06.02.010-8Disseccao radical do pescoço
- 04.16.08.011-1Reconstrução com retalho osteomiocutâneo em oncologia
- 04.16.03.033-5Ligadura de carótida em oncologia
- 04.03.07.013-9Embolização de tumor intra-craniano ou da cabeça e pescoço
- 03.04.01.036-7Radioterapia de cabeça e pescoço
- 04.04.02.027-5Ressecção de lesão maligna e benigna da região cranio e bucomaxilofacial
- 04.04.01.037-7Traqueostomia
- 04.16.08.008-1Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia
- 04.16.08.009-0Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia
- 03.04.02.011-7Quimioterapia do apudoma/tumor neuroendócrino avançado
- 03.04.07.004-1Quimioterapia de câncer na infância e adolescência - 3ª linha
Recebeu um atestado com C11.2?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o C11.2
O que significa o CID C11.2?
C11.2 significa neoplasia maligna da parede lateral da nasofaringe, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de C11 (neoplasia maligna da nasofaringe).
Quais são os outros códigos de C11?
C11.0 (neoplasia maligna da parede superior da nasofaringe), C11.1 (neoplasia maligna da parede posterior da nasofaringe), C11.3 (neoplasia maligna da parede anterior da nasofaringe), C11.8 (neoplasia maligna da nasofaringe com lesão invasiva) e C11.9 (neoplasia maligna da nasofaringe, não especificada).
Qual a diferença entre C11.2 e C11.9?
Pelos nomes oficiais, C11.2 é neoplasia maligna da parede lateral da nasofaringe, e C11.9 é neoplasia maligna da nasofaringe, não especificada. Os dois ficam na categoria C11.
Pode colocar o CID C11.2 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID C11.2 dá direito a afastamento?
Não. O código C11.2 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o C11.2 na guia TISS?
Sem o ponto: C112.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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