CID C13.0: Neoplasia maligna da região pós-cricóidea
C13.0 é o código da CID-10 para neoplasia maligna da região pós-cricóidea, na categoria C13 (neoplasia maligna da hipofaringe), do capítulo II (neoplasias [tumores]).
Outros códigos de C13
Como usar o C13.0
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar C13.0 num atestado Usar C13.0 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: C130.
Na tabela
- Estadiamento
- O SIGTAP pede o estádio com este código
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C13.0 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam C13.0
33 procedimentos do SIGTAP aceitam C13.0. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 04.16.03.021-1Faringectomia parcial em oncologia
- 04.16.03.022-0Faringectomia total em oncologia
- 03.04.04.006-1Quimioterapia do carcinoma epidermóide de seio para-nasal/ laringe / hipofaringe/ orofaringe /cavidade oral
- 03.04.02.020-6Quimioterapia do carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço avançado
- 04.06.02.024-8Linfadenectomia radical cervical unilateral
- 04.06.02.023-0Linfadenectomia radical cervical bilateral
- 04.06.02.010-8Disseccao radical do pescoço
- 04.16.08.011-1Reconstrução com retalho osteomiocutâneo em oncologia
- 04.16.03.033-5Ligadura de carótida em oncologia
- 04.03.07.013-9Embolização de tumor intra-craniano ou da cabeça e pescoço
- 03.04.01.036-7Radioterapia de cabeça e pescoço
- 04.04.02.027-5Ressecção de lesão maligna e benigna da região cranio e bucomaxilofacial
- 04.04.01.037-7Traqueostomia
- 04.16.08.008-1Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia
- 04.16.08.009-0Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia
- 03.04.02.011-7Quimioterapia do apudoma/tumor neuroendócrino avançado
- 03.04.07.004-1Quimioterapia de câncer na infância e adolescência - 3ª linha
- 03.04.07.003-3Quimioterapia de câncer na infância e adolescência - 4ª linha
- 03.04.07.001-7Quimioterapia de cancer na infância e adolescência - 1ª linha
- 03.04.08.002-0Internação p/ quimioterapia de administração contínua
Recebeu um atestado com C13.0?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o C13.0
O que significa o CID C13.0?
C13.0 significa neoplasia maligna da região pós-cricóidea, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de C13 (neoplasia maligna da hipofaringe).
Quais são os outros códigos de C13?
C13.1 (neoplasia maligna da prega ariepiglótica, face hipofaríngea), C13.2 (neoplasia maligna da parede posterior da hipofaringe), C13.8 (neoplasia maligna da hipofaringe com lesão invasiva) e C13.9 (neoplasia maligna da hipofaringe, não especificada).
Qual a diferença entre C13.0 e C13.9?
Pelos nomes oficiais, C13.0 é neoplasia maligna da região pós-cricóidea, e C13.9 é neoplasia maligna da hipofaringe, não especificada. Os dois ficam na categoria C13.
Pode colocar o CID C13.0 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID C13.0 dá direito a afastamento?
Não. O código C13.0 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o C13.0 na guia TISS?
Sem o ponto: C130.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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