CID C23: Neoplasia maligna da vesícula biliar
C23 é o código da CID-10 para neoplasia maligna da vesícula biliar, no capítulo II (neoplasias [tumores]). A categoria não tem subcategorias: o código completo é C23.
Na tabela
- Estadiamento
- O SIGTAP pede o estádio com este código
Como usar o C23
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar C23 num atestado Usar C23 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C23 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam C23
20 procedimentos do SIGTAP aceitam C23.[2]
- 04.16.04.023-3Colecistectomia em oncologia
- 04.16.04.024-1Ressecção ampliada de via biliar extra-hepática em oncologia
- 04.07.03.007-7Coledocotomia videolaparoscópica
- 04.16.04.001-2Anastomose bileo-digestiva em oncologia
- 03.04.02.038-9Quimioterapia de carcinoma do fígado ou do trato biliar avançado
- 04.07.03.025-5Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica terapêutica
- 04.07.03.001-8Anastomose bileo-digestiva
- 04.07.03.002-6Colecistectomia
- 04.16.04.020-9Laparotomia exploradora com ressecção completa ou incompleta do tumor em oncologia
- 04.16.04.033-0Laparatomia exploradora videolaparoscópica em oncologia
- 03.04.01.037-5Radioterapia do aparelho digestivo
- 03.01.05.007-4Internação domiciliar
- 03.04.01.011-1Internacao p/ radioterapia externa (cobaltoterapia / acelerador linear)
- 03.02.02.002-0Atendimento fisioterapêutico em paciente oncológico clínico
- 03.03.13.006-7Tratamento de paciente sob cuidados prolongados por enfermidades oncologicas
- 03.04.10.002-1Tratamento clínico de paciente oncológico
- 03.04.10.001-3Tratamento de intercorrências clínicas de paciente oncológico
- 03.02.02.003-9Atendimento fisioterapêutico em paciente no pré e pós cirurgia oncológica
- 02.03.01.003-5Exame de citologia (exceto cervico-vaginal e de mama)
- 02.03.02.003-0Exame anatomo-patológico para congelamento / parafina por peça cirurgica ou por biopsia (exceto colo uterino e mama)
Categorias vizinhas
Outras categorias de C15–C26
- C15Neoplasia maligna do esôfago8 códigos
- C16Neoplasia maligna do estômago9 códigos
- C17Neoplasia maligna do intestino delgado6 códigos
- C18Neoplasia maligna do cólon10 códigos
- C19Neoplasia maligna da junção retossigmóide
- C20Neoplasia maligna do reto
- C21Neoplasia maligna do ânus e do canal anal4 códigos
- C22Neoplasia maligna do fígado e das vias biliares intra-hepáticas7 códigos
- C23Neoplasia maligna da vesícula biliar
- C24Neoplasia maligna de outras partes, e de partes não especificadas das vias biliares4 códigos
- C25Neoplasia maligna do pâncreas8 códigos
- C26Neoplasia maligna de outros órgãos digestivos e de localizações mal definidas no aparelho digestivo4 códigos
Recebeu um atestado com C23?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o C23
O que significa o CID C23?
C23 significa neoplasia maligna da vesícula biliar, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo II (neoplasias [tumores]).
Pode colocar o CID C23 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID C23 dá direito a afastamento?
Não. O código C23 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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