CID C31.3: Neoplasia maligna do seio esfenoidal
C31.3 é o código da CID-10 para neoplasia maligna do seio esfenoidal, na categoria C31 (neoplasia maligna dos seios da face), do capítulo II (neoplasias [tumores]).
Outros códigos de C31
Como usar o C31.3
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar C31.3 num atestado Usar C31.3 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: C313.
Na tabela
- Estadiamento
- O SIGTAP pede o estádio com este código
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C31.3 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam C31.3
25 procedimentos do SIGTAP aceitam C31.3. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 04.04.02.073-9Reconstrução parcial de mandíbula / maxila
- 04.04.02.045-3Osteotomia da maxila
- 03.04.04.006-1Quimioterapia do carcinoma epidermóide de seio para-nasal/ laringe / hipofaringe/ orofaringe /cavidade oral
- 04.06.02.024-8Linfadenectomia radical cervical unilateral
- 04.06.02.023-0Linfadenectomia radical cervical bilateral
- 04.06.02.010-8Disseccao radical do pescoço
- 04.03.07.013-9Embolização de tumor intra-craniano ou da cabeça e pescoço
- 03.04.01.036-7Radioterapia de cabeça e pescoço
- 04.04.01.037-7Traqueostomia
- 03.04.07.004-1Quimioterapia de câncer na infância e adolescência - 3ª linha
- 03.04.07.003-3Quimioterapia de câncer na infância e adolescência - 4ª linha
- 03.04.07.001-7Quimioterapia de cancer na infância e adolescência - 1ª linha
- 03.04.07.002-5Quimioterapia de cancer na infância e adolescência - 2ª linha
- 03.04.08.001-2Fator estimulante do crescimento de colõnias de granulócitos / macrófagos
- 04.06.02.062-0Retirada de cateter de longa permanência semi ou totalmente implantável
- 04.06.02.007-8Implantação de cateter de longa permanência semi ou totalmente implantavel (procedimento principal)
- 03.01.05.007-4Internação domiciliar
- 03.04.01.011-1Internacao p/ radioterapia externa (cobaltoterapia / acelerador linear)
- 03.02.02.002-0Atendimento fisioterapêutico em paciente oncológico clínico
- 03.03.13.006-7Tratamento de paciente sob cuidados prolongados por enfermidades oncologicas
Recebeu um atestado com C31.3?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o C31.3
O que significa o CID C31.3?
C31.3 significa neoplasia maligna do seio esfenoidal, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de C31 (neoplasia maligna dos seios da face).
Quais são os outros códigos de C31?
C31.0 (neoplasia maligna do seio maxilar), C31.1 (neoplasia maligna do seio etmoidal), C31.2 (neoplasia maligna do seio frontal), C31.8 (neoplasia maligna dos seios da face com lesão invasiva) e C31.9 (neoplasia maligna do seio da face, não especificado).
Qual a diferença entre C31.3 e C31.9?
Pelos nomes oficiais, C31.3 é neoplasia maligna do seio esfenoidal, e C31.9 é neoplasia maligna do seio da face, não especificado. Os dois ficam na categoria C31.
Pode colocar o CID C31.3 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID C31.3 dá direito a afastamento?
Não. O código C31.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o C31.3 na guia TISS?
Sem o ponto: C313.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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