CID C51: Neoplasia maligna da vulva

C51 é a categoria da CID-10 de neoplasia maligna da vulva, no capítulo II (neoplasias [tumores]). Ela tem 5 subcategorias, de C51.0 a C51.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

C51
Grupo
C51–C58 Neoplasias malignas dos órgãos genitais femininos
Capítulo
II Neoplasias [tumores]
Subcategorias
5, de C51.0 a C51.9

Subcategorias de C51

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar C51 num atestado Usar C51 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C51 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam C51

5 procedimentos do SIGTAP aceitam C51.[2]

Outras categorias de C51–C58

Recebeu um atestado com C51?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o C51

O que significa o CID C51?

C51 significa neoplasia maligna da vulva, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo II (neoplasias [tumores]).

Quais são os tipos de CID C51?

A categoria C51 tem 5 subcategorias: C51.0 (neoplasia maligna dos grandes lábios), C51.1 (neoplasia maligna dos pequenos lábios), C51.2 (neoplasia maligna do clitóris), C51.8 (neoplasia maligna da vulva com lesão invasiva) e C51.9 (neoplasia maligna da vulva, não especificada).

Pode colocar o CID C51 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID C51 dá direito a afastamento?

Não. O código C51 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.