CID C91.3: Leucemia pró-linfocítica

C91.3 é o código da CID-10 para leucemia pró-linfocítica, na categoria C91 (leucemia linfóide), do capítulo II (neoplasias [tumores]).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

C91.3
Categoria
C91 Leucemia linfóide
Grupo
C81–C96 Neoplasias [tumores] malignas(os), declaradas ou presumidas como primárias, dos tecidos linfático, hematopoético e tecidos correlatos
Capítulo
II Neoplasias [tumores]
Na guia TISS
C913, sem ponto

Outros códigos de C91

Como usar o C91.3

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar C91.3 num atestado Usar C91.3 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: C913.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista C91.3 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam C91.3

15 procedimentos do SIGTAP aceitam C91.3.[2]

Recebeu um atestado com C91.3?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o C91.3

O que significa o CID C91.3?

C91.3 significa leucemia pró-linfocítica, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de C91 (leucemia linfóide).

Quais são os outros códigos de C91?

C91.0 (leucemia linfoblástica aguda), C91.1 (leucemia linfocítica crônica), C91.2 (leucemia linfocítica subaguda), C91.4 (leucemia de células pilosas), C91.5 (leucemia de células T do adulto), C91.7 (outras leucemias linfóides) e C91.9 (leucemia linfóide, não especificada).

Qual a diferença entre C91.3 e C91.9?

Pelos nomes oficiais, C91.3 é leucemia pró-linfocítica, e C91.9 é leucemia linfóide, não especificada. Os dois ficam na categoria C91.

Pode colocar o CID C91.3 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID C91.3 dá direito a afastamento?

Não. O código C91.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o C91.3 na guia TISS?

Sem o ponto: C913.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.