CID D59.3: Síndrome hemolítico-urêmica
D59.3 é o código da CID-10 para síndrome hemolítico-urêmica, na categoria D59 (anemia hemolítica adquirida), do capítulo III (doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos e alguns transtornos imunitários).
Outros códigos de D59
- D59.0Anemia hemolítica auto-imune induzida por droga
- D59.1Outras anemias hemolíticas auto-imunes
- D59.2Anemia hemolítica não-auto-imune induzida por drogas
- D59.3Síndrome hemolítico-urêmica
- D59.4Outras anemias hemolíticas não-autoimunes
- D59.5Hemoglobinúria paroxística noturna [Marchiafava-Micheli]
- D59.6Hemoglobinúria devida à hemólise por outras causas externas
- D59.8Outras anemias hemolíticas adquiridas
- D59.9Anemia hemolítica adquirida não especificada
Como usar o D59.3
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar D59.3 num atestado Usar D59.3 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: D593.
Na tabela
- Estadiamento
- O SIGTAP pede o estádio com este código
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista D59.3 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam D59.3
11 procedimentos do SIGTAP aceitam D59.3.[2]
- 05.06.02.013-4Tratamento de intercorrencia pós transplante de pâncreas - pós transplante crítico
- 05.06.02.010-0Tratamento de intercorrencia pós transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas- pós transplante crítico
- 05.06.02.011-8Tratamento de intercorrencia pós transplante autológo de células-tronco hematopoéticas- pós transplante crítico
- 05.06.02.005-3Tratamento de intercorrência pós-transplante de rim - pós transplante crítico
- 05.06.02.006-1Tratamento de intercorrencia pós transplante de coração- pós transplante crítico
- 05.06.02.009-6Tratamento de intercorrencia pós transplante de figado- pós transplante crítico
- 05.06.02.007-0Tratamento de intercorrência pós transplante de pulmão uni/bilateral - pós transplante crítico
- 03.03.02.004-0Tratamento de anemia hemolitica
- 05.06.02.004-5Tratamento de intercorrência pós-transplante de órgãos / células-tronco hematopoéticas
- 02.03.01.003-5Exame de citologia (exceto cervico-vaginal e de mama)
- 02.03.02.003-0Exame anatomo-patológico para congelamento / parafina por peça cirurgica ou por biopsia (exceto colo uterino e mama)
Recebeu um atestado com D59.3?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o D59.3
O que significa o CID D59.3?
D59.3 significa síndrome hemolítico-urêmica, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de D59 (anemia hemolítica adquirida).
Quais são os outros códigos de D59?
D59.0 (anemia hemolítica auto-imune induzida por droga), D59.1 (outras anemias hemolíticas auto-imunes), D59.2 (anemia hemolítica não-auto-imune induzida por drogas), D59.4 (outras anemias hemolíticas não-autoimunes), D59.5 (hemoglobinúria paroxística noturna [Marchiafava-Micheli]), D59.6 (hemoglobinúria devida à hemólise por outras causas externas), D59.8 (outras anemias hemolíticas adquiridas) e D59.9 (anemia hemolítica adquirida não especificada).
Qual a diferença entre D59.3 e D59.9?
Pelos nomes oficiais, D59.3 é síndrome hemolítico-urêmica, e D59.9 é anemia hemolítica adquirida não especificada. Os dois ficam na categoria D59.
Pode colocar o CID D59.3 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID D59.3 dá direito a afastamento?
Não. O código D59.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o D59.3 na guia TISS?
Sem o ponto: D593.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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