CID E79.1: Síndrome de Lesch-Nyhan

E79.1 é o código da CID-10 para síndrome de Lesch-Nyhan, na categoria E79 (distúrbios do metabolismo de purina e pirimidina), do capítulo IV (doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

E79.1
Categoria
E79 Distúrbios do metabolismo de purina e pirimidina
Grupo
E70–E90 Distúrbios metabólicos
Capítulo
IV Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas
Na guia TISS
E791, sem ponto

Outros códigos de E79

Como usar o E79.1

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar E79.1 num atestado Usar E79.1 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: E791.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista E79.1 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam E79.1

1 procedimento do SIGTAP aceita E79.1.[2]

Recebeu um atestado com E79.1?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o E79.1

O que significa o CID E79.1?

E79.1 significa síndrome de Lesch-Nyhan, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de E79 (distúrbios do metabolismo de purina e pirimidina).

Quais são os outros códigos de E79?

E79.0 (hiperuricemia sem sinais de artrite inflamatória e de doença com tofos), E79.8 (outros distúrbios do metabolismo da purina e pirimidina) e E79.9 (distúrbio não especificado do metabolismo da purina e pirimidina).

Qual a diferença entre E79.1 e E79.9?

Pelos nomes oficiais, E79.1 é síndrome de Lesch-Nyhan, e E79.9 é distúrbio não especificado do metabolismo da purina e pirimidina. Os dois ficam na categoria E79.

Pode colocar o CID E79.1 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID E79.1 dá direito a afastamento?

Não. O código E79.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o E79.1 na guia TISS?

Sem o ponto: E791.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.