CID G21: Parkinsonismo secundário
G21 é a categoria da CID-10 de parkinsonismo secundário, no capítulo VI (doenças do sistema nervoso). Ela tem 6 subcategorias, de G21.0 a G21.9.
Subcategorias de G21
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G21 num atestado Usar G21 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Outras categorias de G20–G26
- G20Doença de Parkinson
- G21Parkinsonismo secundário6 códigos
- G22Parkinsonismo em doenças classificadas em outra parte
- G23Outras doenças degenerativas dos gânglios da base5 códigos
- G24Distonia8 códigos
- G25Outras doenças extrapiramidais e transtornos dos movimentos9 códigos
- G26Doenças extrapiramidais e transtornos dos movimentos em doenças classificadas em outra parte
Buscas relacionadas
Recebeu um atestado com G21?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G21
O que significa o CID G21?
G21 significa parkinsonismo secundário, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Quais são os tipos de CID G21?
A categoria G21 tem 6 subcategorias: G21.0 (síndrome maligna dos neurolépticos), G21.1 (outras formas de parkinsonismo secundário induzido por drogas), G21.2 (parkinsonismo secundário devido a outros agentes externos), G21.3 (parkinsonismo pós-encefalítico), G21.8 (outras formas de parkinsonismo secundário) e G21.9 (parkinsonismo secundário não especificado).
Pode colocar o CID G21 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G21 dá direito a afastamento?
Não. O código G21 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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