CID G57: Mononeuropatias dos membros inferiores

G57 é a categoria da CID-10 de mononeuropatias dos membros inferiores, no capítulo VI (doenças do sistema nervoso). Ela tem 9 subcategorias, de G57.0 a G57.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

G57
Grupo
G50–G59 Transtornos dos nervos, das raízes e dos plexos nervosos
Capítulo
VI Doenças do sistema nervoso
Subcategorias
9, de G57.0 a G57.9

Subcategorias de G57

O que diz a CID-10 sobre o G57

Exclui

  • traumatismo atual de nervo – ver traumatismo do nervo por região corporal

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o G57

O que significa o CID G57?

G57 significa mononeuropatias dos membros inferiores, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).

Quais são os tipos de CID G57?

A categoria G57 tem 9 subcategorias: G57.0 (lesão do nervo ciático), G57.1 (meralgia parestésica), G57.2 (lesão do nervo femoral), G57.3 (lesão do nervo poplíteo lateral), G57.4 (lesão do nervo poplíteo medial), G57.5 (síndrome do túnel do tarso), G57.6 (lesão do nervo plantar), G57.8 (outras mononeuropatias dos membros inferiores) e G57.9 (mononeuropatia dos membros inferiores, não especificada).

Pode colocar o CID G57 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID G57 dá direito a afastamento?

Não. O código G57 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.