CID I15.1: Hipertensão secundária a outras afecções renais
I15.1 é o código da CID-10 para hipertensão secundária a outras afecções renais, na categoria I15 (hipertensão secundária), do capítulo IX (doenças do aparelho circulatório).
Outros códigos de I15
Como usar o I15.1
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar I15.1 num atestado Usar I15.1 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: I151.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista I15.1 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam I15.1
4 procedimentos do SIGTAP aceitam I15.1.[2]
Buscas relacionadas
Recebeu um atestado com I15.1?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o I15.1
O que significa o CID I15.1?
I15.1 significa hipertensão secundária a outras afecções renais, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de I15 (hipertensão secundária).
Quais são os outros códigos de I15?
I15.0 (hipertensão renovascular), I15.2 (hipertensão secundária a afecções endócrinas), I15.8 (outras formas de hipertensão secundária) e I15.9 (hipertensão secundária, não especificada).
Qual a diferença entre I15.1 e I15.9?
Pelos nomes oficiais, I15.1 é hipertensão secundária a outras afecções renais, e I15.9 é hipertensão secundária, não especificada. Os dois ficam na categoria I15.
Pode colocar o CID I15.1 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID I15.1 dá direito a afastamento?
Não. O código I15.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o I15.1 na guia TISS?
Sem o ponto: I151.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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