CID I73.1: Tromboangeíte obliterante [doença de Buerger]

I73.1 é o código da CID-10 para tromboangeíte obliterante [doença de Buerger], na categoria I73 (outras doenças vasculares periféricas), do capítulo IX (doenças do aparelho circulatório).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

I73.1
Categoria
I73 Outras doenças vasculares periféricas
Grupo
I70–I79 Doenças das artérias, das arteríolas e dos capilares
Capítulo
IX Doenças do aparelho circulatório
Na guia TISS
I731, sem ponto

Outros códigos de I73

Como usar o I73.1

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar I73.1 num atestado Usar I73.1 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: I731.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista I73.1 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam I73.1

16 procedimentos do SIGTAP aceitam I73.1.[2]

Recebeu um atestado com I73.1?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o I73.1

O que significa o CID I73.1?

I73.1 significa tromboangeíte obliterante [doença de Buerger], pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de I73 (outras doenças vasculares periféricas).

Quais são os outros códigos de I73?

I73.0 (síndrome de Raynaud), I73.8 (outras doenças vasculares periféricas especificadas) e I73.9 (doenças vasculares periféricas não especificada).

Qual a diferença entre I73.1 e I73.9?

Pelos nomes oficiais, I73.1 é tromboangeíte obliterante [doença de Buerger], e I73.9 é doenças vasculares periféricas não especificada. Os dois ficam na categoria I73.

Pode colocar o CID I73.1 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID I73.1 dá direito a afastamento?

Não. O código I73.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o I73.1 na guia TISS?

Sem o ponto: I731.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.