CID K71: Doença hepática tóxica

K71 é a categoria da CID-10 de doença hepática tóxica, no capítulo XI (doenças do aparelho digestivo). Ela tem 10 subcategorias, de K71.0 a K71.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

K71
Grupo
K70–K77 Doenças do fígado
Capítulo
XI Doenças do aparelho digestivo
Subcategorias
10, de K71.0 a K71.9

Subcategorias de K71

O que diz a CID-10 sobre o K71

Inclui

  • doença hepática induzida por drogas: idiossincrásica (imprevisível), tóxica (previsível)

Exclui

  • doença hepática alcoólica (K70.-)
  • síndrome de Budd-Chiari (I82.0)

Usar código adicional de causa externa (Capítulo XX), se necessário, para identificar o agente tóxico.

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar K71 num atestado Usar K71 num atestado

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Outras categorias de K70–K77

Recebeu um atestado com K71?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o K71

O que significa o CID K71?

K71 significa doença hepática tóxica, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XI (doenças do aparelho digestivo).

Quais são os tipos de CID K71?

A categoria K71 tem 10 subcategorias: K71.0 (doença hepática tóxica com colestase), K71.1 (doença hepática tóxica com necrose hepática), K71.2 (doença hepática tóxica com hepatite aguda), K71.3 (doença hepática tóxica com hepatite crônica persistente), K71.4 (doença hepática tóxica com hepatite crônica lobular), K71.5 (doença hepática tóxica com hepatite crônica ativa), K71.6 (doença hepática tóxica com hepatite não classificada em outra parte), K71.7 (doença hepática tóxica com fibrose e cirrose hepáticas), K71.8 (doença hepática tóxica com outros transtornos do fígado) e K71.9 (doença hepática tóxica, sem outra especificação).

Pode colocar o CID K71 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID K71 dá direito a afastamento?

Não. O código K71 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.