CID K93.1: Megacólon na doença de Chagas

K93.1 é o código da CID-10 para megacólon na doença de Chagas, na categoria K93 (transtornos de outros órgãos digestivos em doenças classificadas em outra parte), do capítulo XI (doenças do aparelho digestivo).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

K93.1
Categoria
K93 Transtornos de outros órgãos digestivos em doenças classificadas em outra parte
Grupo
K90–K93 Outras doenças do aparelho digestivo
Capítulo
XI Doenças do aparelho digestivo
Na guia TISS
K931, sem ponto

Outros códigos de K93

Como usar o K93.1

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar K93.1 num atestado Usar K93.1 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: K931.

Na tabela

Classificação
Asterisco (*): o código da manifestação, que se usa junto do código da causa (†)
Ver também
B57.3+

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista K93.1 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam K93.1

8 procedimentos do SIGTAP aceitam K93.1.[2]

Recebeu um atestado com K93.1?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o K93.1

O que significa o CID K93.1?

K93.1 significa megacólon na doença de Chagas, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de K93 (transtornos de outros órgãos digestivos em doenças classificadas em outra parte).

Quais são os outros códigos de K93?

K93.0 (transtornos devido a tuberculose do intestino, do peritônio e dos gânglios do mesentério) e K93.8 (transtornos de outros órgãos digestivos especificados em doenças classificadas em outra parte).

Pode colocar o CID K93.1 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID K93.1 dá direito a afastamento?

Não. O código K93.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o K93.1 na guia TISS?

Sem o ponto: K931.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.