CID M89.1: Parada de crescimento epifisário
M89.1 é o código da CID-10 para parada de crescimento epifisário, na categoria M89 (outros transtornos ósseos), do capítulo XIII (doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo).
Outros códigos de M89
- M89.0Algoneurodistrofia
- M89.1Parada de crescimento epifisário
- M89.2Outros transtornos do desenvolvimento e do crescimento ósseo
- M89.3Hipertrofia óssea
- M89.4Outras osteoartropatias hipertróficas
- M89.5Osteolise
- M89.6Osteopatia pós-poliomielite
- M89.8Outros transtornos especificados do osso
- M89.9Transtorno não especificado do osso
Como usar o M89.1
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar M89.1 num atestado Usar M89.1 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: M891.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista M89.1 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam M89.1
52 procedimentos do SIGTAP aceitam M89.1. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 04.08.05.038-1Transferência do grande trocanter (procedimento isolado)
- 04.08.06.011-5Encurtamento de ossos longos exceto da mão e do pé
- 04.08.05.067-5Tratamento cirúrgico de lesão evolutiva fisária no membro inferior
- 04.08.02.050-4Tratamento cirúrgico de lesão evolutiva fisaria no membro superior
- 04.08.04.016-5Reconstrução osteoplastica do quadril
- 04.08.04.012-2Epifisiodese do trocanter maior do fêmur
- 04.08.03.016-0Artrodese intersomatica via posterior / postero-lateral tres níveis
- 04.08.03.013-5Artrodese intersomatica via posterior / postero-lateral um nível
- 04.08.03.014-3Artrodese intersomatica via posterior / postero-lateral dois níveis
- 04.08.03.015-1Artrodese intersomatica via posterior / postero-lateral quatro níveis
- 04.08.06.003-4Alongamento e/ou transporte ósseo de ossos longos (exceto da mão e do pé)
- 04.08.06.019-0Osteotomia de ossos longos exceto da mão e do pé
- 04.08.03.006-2Artrodese cervical anterior três niveis
- 04.08.03.007-0Artrodese cervical anterior dois níveis
- 04.08.03.064-0Revisão de artrodese tratamento cirúrgico de pseudoartorse da coluna cervical anterior
- 04.08.03.011-9Artrodese cervical anterior um nível
- 02.01.01.013-5Biopsia de corpo vertebral lamina e pediculo vertebral (por dispositivo guiado)
- 02.01.01.025-9Biopsia de lamina pediculo e processos vertebrais (a ceu aberto)
- 04.08.03.053-4Ressecção de elemento vertebral posterior / postero-lateral / distal a C2 (mais de 2 segmentos)
- 04.08.03.054-2Ressecção de elemento vertebral posterior / postero-lateral distail a C2 (at 2 segmentos)
Recebeu um atestado com M89.1?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o M89.1
O que significa o CID M89.1?
M89.1 significa parada de crescimento epifisário, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de M89 (outros transtornos ósseos).
Quais são os outros códigos de M89?
M89.0 (algoneurodistrofia), M89.2 (outros transtornos do desenvolvimento e do crescimento ósseo), M89.3 (hipertrofia óssea), M89.4 (outras osteoartropatias hipertróficas), M89.5 (osteolise), M89.6 (osteopatia pós-poliomielite), M89.8 (outros transtornos especificados do osso) e M89.9 (transtorno não especificado do osso).
Qual a diferença entre M89.1 e M89.9?
Pelos nomes oficiais, M89.1 é parada de crescimento epifisário, e M89.9 é transtorno não especificado do osso. Os dois ficam na categoria M89.
Pode colocar o CID M89.1 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID M89.1 dá direito a afastamento?
Não. O código M89.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o M89.1 na guia TISS?
Sem o ponto: M891.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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