CID N75: Doenças da glândula de Bartholin

N75 é a categoria da CID-10 de doenças da glândula de Bartholin, no capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário). Ela tem 4 subcategorias, de N75.0 a N75.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

N75
Grupo
N70–N77 Doenças inflamatórias dos órgãos pélvicos femininos
Capítulo
XIV Doenças do aparelho geniturinário
Subcategorias
4, de N75.0 a N75.9

Subcategorias de N75

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar N75 num atestado Usar N75 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista N75 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam N75

5 procedimentos do SIGTAP aceitam N75.[2]

Outras categorias de N70–N77

Recebeu um atestado com N75?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o N75

O que significa o CID N75?

N75 significa doenças da glândula de Bartholin, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário).

Quais são os tipos de CID N75?

A categoria N75 tem 4 subcategorias: N75.0 (cisto da glândula de Bartholin), N75.1 (abscesso da glândula de Bartholin), N75.8 (outras doenças da glândula de Bartholin) e N75.9 (doença não especificada da glândula de Bartholin).

Pode colocar o CID N75 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID N75 dá direito a afastamento?

Não. O código N75 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.