CID N97.3: Infertilidade feminina de origem cervical

N97.3 é o código da CID-10 para infertilidade feminina de origem cervical, na categoria N97 (infertilidade feminina), do capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

N97.3
Categoria
N97 Infertilidade feminina
Grupo
N80–N98 Transtornos não-inflamatórios do trato genital feminino
Capítulo
XIV Doenças do aparelho geniturinário
Na guia TISS
N973, sem ponto

Outros códigos de N97

Como usar o N97.3

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar N97.3 num atestado Usar N97.3 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: N973.

Na tabela

Sexo
Só para o sexo feminino
Causa básica de óbito
Não usar como causa básica de óbito

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista N97.3 no SIGTAP.[2]

Recebeu um atestado com N97.3?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o N97.3

O que significa o CID N97.3?

N97.3 significa infertilidade feminina de origem cervical, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de N97 (infertilidade feminina).

Quais são os outros códigos de N97?

N97.0 (infertilidade feminina associada à anovulação), N97.1 (infertilidade feminina de origem tubária), N97.2 (infertilidade feminina de origem uterina), N97.4 (infertilidade feminina associada à fatores do parceiro), N97.8 (infertilidade feminina de outra origem) e N97.9 (infertilidade feminina não especificada).

Qual a diferença entre N97.3 e N97.9?

Pelos nomes oficiais, N97.3 é infertilidade feminina de origem cervical, e N97.9 é infertilidade feminina não especificada. Os dois ficam na categoria N97.

Pode colocar o CID N97.3 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID N97.3 dá direito a afastamento?

Não. O código N97.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o N97.3 na guia TISS?

Sem o ponto: N973.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.