CID Q65.3: Subluxação congênita unilateral do quadril
Q65.3 é o código da CID-10 para subluxação congênita unilateral do quadril, na categoria Q65 (malformações congênitas do quadril), do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).
Outros códigos de Q65
- Q65.0Luxação congênita unilateral do quadril
- Q65.1Luxação congênita bilateral do quadril
- Q65.2Luxação congênita não especificada do quadril
- Q65.3Subluxação congênita unilateral do quadril
- Q65.4Subluxação congênita bilateral do quadril
- Q65.5Subluxação congênita não especificada do quadril
- Q65.6Quadril instável
- Q65.8Outras deformidades congênitas do quadril
- Q65.9Deformidade congênita não especificada do quadril
Como usar o Q65.3
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar Q65.3 num atestado Usar Q65.3 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: Q653.
Na tabela
- Causa básica de óbito
- Não usar como causa básica de óbito
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista Q65.3 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam Q65.3
27 procedimentos do SIGTAP aceitam Q65.3. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 07.01.02.026-1Órtese suspensório de pavlik
- 04.08.04.018-1Redução incruenta de luxação congênita coxofemoral
- 04.08.04.022-0Revisão cirúrgica de luxação coxofemoral congênita
- 04.08.04.032-7Tratamento cirurgico de luxacao coxo-femoral congenita
- 07.01.02.009-1Órtese dinâmica pelvico-crural tipo atlanta / toronto
- 07.01.02.020-2Órtese rígida para luxação congênita do quadril
- 04.08.04.015-7Osteotomia da pelve
- 04.08.04.017-3Redução incruenta c/ manipulação de luxação espontânea / progressiva do quadril com aplicação de dispositivos de contenção
- 04.08.05.009-8Instalacao de tracao esqueletica do membro inferior
- 04.08.04.016-5Reconstrução osteoplastica do quadril
- 04.08.06.015-8Manipulação articular
- 04.08.04.034-3Tratamento cirurgico de luxacao espontanea / progressiva / paralitica do quadril
- 09.03.01.003-8OCI avaliação diagnóstica em ortopedia com recursos de radiologia e tomografia computadorizada
- 09.03.01.001-1OCI avaliação diagnóstica em ortopedia com recursos de radiologia
- 04.08.06.019-0Osteotomia de ossos longos exceto da mão e do pé
- 07.01.01.012-6Muleta axilar regulável de madeira (par)
- 07.01.01.011-8Bengala canadense regulável em altura (par)
- 07.01.02.065-2Bengala de 4 pontas
- 07.01.01.013-4Muleta axilar tubular em alumínio regulável na altura (par)
- 03.03.11.001-5Tratamento das malformacoes e deformidades congenitas do sistema osteomuscular
Recebeu um atestado com Q65.3?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o Q65.3
O que significa o CID Q65.3?
Q65.3 significa subluxação congênita unilateral do quadril, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de Q65 (malformações congênitas do quadril).
Quais são os outros códigos de Q65?
Q65.0 (luxação congênita unilateral do quadril), Q65.1 (luxação congênita bilateral do quadril), Q65.2 (luxação congênita não especificada do quadril), Q65.4 (subluxação congênita bilateral do quadril), Q65.5 (subluxação congênita não especificada do quadril), Q65.6 (quadril instável), Q65.8 (outras deformidades congênitas do quadril) e Q65.9 (deformidade congênita não especificada do quadril).
Qual a diferença entre Q65.3 e Q65.9?
Pelos nomes oficiais, Q65.3 é subluxação congênita unilateral do quadril, e Q65.9 é deformidade congênita não especificada do quadril. Os dois ficam na categoria Q65.
Pode colocar o CID Q65.3 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID Q65.3 dá direito a afastamento?
Não. O código Q65.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o Q65.3 na guia TISS?
Sem o ponto: Q653.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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