CID R73.0: Teste de tolerância a glicose anormal

R73.0 é o código da CID-10 para teste de tolerância a glicose anormal, na categoria R73 (aumento da glicemia), do capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

R73.0
Categoria
R73 Aumento da glicemia
Grupo
R70–R79 Achados anormais de exames de sangue, sem diagnóstico
Capítulo
XVIII Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte
Na guia TISS
R730, sem ponto

Outros códigos de R73

O que diz a CID-10 sobre o R73.0

Inclui

  • Diabetes: latente, químico
  • Pré-diabetes
  • Tolerância a glicose alterada

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o R73.0

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar R73.0 num atestado Usar R73.0 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: R730.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista R73.0 no SIGTAP.[2]

Recebeu um atestado com R73.0?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o R73.0

O que significa o CID R73.0?

R73.0 significa teste de tolerância a glicose anormal, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de R73 (aumento da glicemia).

Quais são os outros códigos de R73?

R73.9 (hiperglicemia não especificada).

Qual a diferença entre R73.0 e R73.9?

Pelos nomes oficiais, R73.0 é teste de tolerância a glicose anormal, e R73.9 é hiperglicemia não especificada. Os dois ficam na categoria R73.

Pode colocar o CID R73.0 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID R73.0 dá direito a afastamento?

Não. O código R73.0 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o R73.0 na guia TISS?

Sem o ponto: R730.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.