CID R83: Achados anormais no líquido cefalorraquidiano
R83 é a categoria da CID-10 de achados anormais no líquido cefalorraquidiano, no capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte). Ela tem 10 subcategorias, de R83.0 a R83.9.
Subcategorias de R83
- R83.0Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível enzimático anormal
- R83.1Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível hormonal anormal
- R83.2Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de outras drogas, medicamentos e substâncias biológicas
- R83.3Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de substâncias cuja origem é essencialmente não medicinal
- R83.4Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados imunológicos anormais
- R83.5Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados microbiológicos anormais
- R83.6Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados citológicos anormais
- R83.7Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados histológicos anormais
- R83.8Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - outros achados anormais
- R83.9Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achado anormal não especificado
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar R83 num atestado Usar R83 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Outras categorias de R83–R89
- R83Achados anormais no líquido cefalorraquidiano10 códigos
- R84Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax10 códigos
- R85Achados anormais de material proveniente dos órgãos digestivos e da cavidade abdominal10 códigos
- R86Achados anormais de material proveniente dos órgãos genitais masculinos10 códigos
- R87Achados anormais de material proveniente dos órgãos genitais femininos10 códigos
- R89Achados anormais de material proveniente de outros órgãos, aparelhos, sistemas e tecidos10 códigos
Recebeu um atestado com R83?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o R83
O que significa o CID R83?
R83 significa achados anormais no líquido cefalorraquidiano, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte).
Quais são os tipos de CID R83?
A categoria R83 tem 10 subcategorias: R83.0 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível enzimático anormal), R83.1 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível hormonal anormal), R83.2 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de outras drogas, medicamentos e substâncias biológicas), R83.3 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de substâncias cuja origem é essencialmente não medicinal), R83.4 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados imunológicos anormais), R83.5 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados microbiológicos anormais), R83.6 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados citológicos anormais), R83.7 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados histológicos anormais), R83.8 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - outros achados anormais) e R83.9 (achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achado anormal não especificado).
Pode colocar o CID R83 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID R83 dá direito a afastamento?
Não. O código R83 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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