CID S13.0: Ruptura traumática de disco intervertebral cervical

S13.0 é o código da CID-10 para ruptura traumática de disco intervertebral cervical, na categoria S13 (luxação, entorse ou distensão das articulações e dos ligamentos do pescoço), do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

S13.0
Categoria
S13 Luxação, entorse ou distensão das articulações e dos ligamentos do pescoço
Grupo
S10–S19 Traumatismos do pescoço
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Na guia TISS
S130, sem ponto

Outros códigos de S13

Como usar o S13.0

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar S13.0 num atestado Usar S13.0 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: S130.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista S13.0 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam S13.0

46 procedimentos do SIGTAP aceitam S13.0. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]

Recebeu um atestado com S13.0?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o S13.0

O que significa o CID S13.0?

S13.0 significa ruptura traumática de disco intervertebral cervical, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de S13 (luxação, entorse ou distensão das articulações e dos ligamentos do pescoço).

Quais são os outros códigos de S13?

S13.1 (luxação de vértebra cervical), S13.2 (luxação de outras partes do pescoço e das não especificadas), S13.3 (luxações múltiplas do pescoço), S13.4 (distensão e entorse da coluna cervical), S13.5 (distensão e entorse da região tireoidiana) e S13.6 (distensão e entorse de articulações e de ligamentos de outras localizações e das não especificadas do pescoço).

Pode colocar o CID S13.0 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID S13.0 dá direito a afastamento?

Não. O código S13.0 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o S13.0 na guia TISS?

Sem o ponto: S130.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.