CID T82.1: Complicação mecânica de dispositivo eletrônico cardíaco

T82.1 é o código da CID-10 para complicação mecânica de dispositivo eletrônico cardíaco, na categoria T82 (complicações de dispositivos protéticos, implantes e enxertos cardíacos e vasculares), do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

T82.1
Categoria
T82 Complicações de dispositivos protéticos, implantes e enxertos cardíacos e vasculares
Grupo
T80–T88 Complicações de cuidados médicos e cirúrgicos, não classificados em outra parte
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Na guia TISS
T821, sem ponto

Outros códigos de T82

O que diz a CID-10 sobre o T82.1

Inclui

  • Afecções listadas em T82.0 devidas a: eletrodos, gerador de pulso (bateria)

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o T82.1

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar T82.1 num atestado Usar T82.1 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: T821.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista T82.1 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam T82.1

31 procedimentos do SIGTAP aceitam T82.1. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]

Recebeu um atestado com T82.1?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o T82.1

O que significa o CID T82.1?

T82.1 significa complicação mecânica de dispositivo eletrônico cardíaco, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de T82 (complicações de dispositivos protéticos, implantes e enxertos cardíacos e vasculares).

Quais são os outros códigos de T82?

T82.0 (complicação mecânica de prótese valvular cardíaca), T82.2 (complicação mecânica de enxerto de ponte coronária e implantes de valvas), T82.3 (complicações mecânicas de outros enxertos vasculares), T82.4 (complicação mecânica de cateter vascular de diálise), T82.5 (complicações mecânicas de outros dispositivos e implantes cardiovasculares), T82.6 (infecção e reação inflamatórias devidas à prótese valvular cardíaca), T82.7 (infecção e reação inflamatórias devidas a outros dispositivos, implantes e enxertos cardíacos e vasculares), T82.8 (outras complicações de dispositivos protéticos, implantes e enxertos cardíacos e vasculares) e T82.9 (complicações não especificada de dispositivo protético, implante e enxerto cardíacos e vasculares).

Qual a diferença entre T82.1 e T82.9?

Pelos nomes oficiais, T82.1 é complicação mecânica de dispositivo eletrônico cardíaco, e T82.9 é complicações não especificada de dispositivo protético, implante e enxerto cardíacos e vasculares. Os dois ficam na categoria T82.

Pode colocar o CID T82.1 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID T82.1 dá direito a afastamento?

Não. O código T82.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o T82.1 na guia TISS?

Sem o ponto: T821.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.