CID D33: Neoplasia benigna do encéfalo e de outras partes do sistema nervoso central

D33 é a categoria da CID-10 de neoplasia benigna do encéfalo e de outras partes do sistema nervoso central, no capítulo II (neoplasias [tumores]). Ela tem 7 subcategorias, de D33.0 a D33.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

D33
Grupo
D10–D36 Neoplasias [tumores] benignas(os)
Capítulo
II Neoplasias [tumores]
Subcategorias
7, de D33.0 a D33.9

Subcategorias de D33

O que diz a CID-10 sobre o D33

Exclui

  • angioma (D18.0)
  • meninges (D32.-)
  • nervos e gânglios nervosos periféricos, autônomos (D36.1)
  • tecido retro-ocular (D31.6)

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o D33

O que significa o CID D33?

D33 significa neoplasia benigna do encéfalo e de outras partes do sistema nervoso central, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo II (neoplasias [tumores]).

Quais são os tipos de CID D33?

A categoria D33 tem 7 subcategorias: D33.0 (neoplasia benigna do encéfalo, supratentorial), D33.1 (neoplasia benigna do encéfalo, infratentorial), D33.2 (neoplasia benigna do encéfalo, não especificado), D33.3 (neoplasia benigna dos nervos cranianos), D33.4 (neoplasia benigna da medula espinhal), D33.7 (neoplasia benigna de outras partes especificadas do sistema nervoso central) e D33.9 (neoplasia benigna do sistema nervoso central, não especificado).

Pode colocar o CID D33 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID D33 dá direito a afastamento?

Não. O código D33 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.