CID F31.3: Transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo leve ou moderado

F31.3 é o código da CID-10 para transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo leve ou moderado, na categoria F31 (transtorno afetivo bipolar), do capítulo V (transtornos mentais e comportamentais).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

F31.3
Categoria
F31 Transtorno afetivo bipolar
Grupo
F30–F39 Transtornos do humor [afetivos]
Capítulo
V Transtornos mentais e comportamentais
Na guia TISS
F313, sem ponto

Outros códigos de F31

O que diz a CID-10 sobre o F31.3

Episódio atual correspondente à descrição de um episódio depressivo leve ou moderado (F32.0 ou F32.1), tendo ocorrido, no passado, ao menos um episódio afetivo hipomaníaco, maníaco ou misto bem comprovado.

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o F31.3

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar F31.3 num atestado Usar F31.3 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: F313.

No SUS

14 medicamentos do Componente Especializado (CEAF) aceitam F31.3 no SIGTAP. Eles são pedidos pela LME.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam F31.3

22 procedimentos do SIGTAP aceitam F31.3. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]

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Recebeu um atestado com F31.3?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o F31.3

O que significa o CID F31.3?

F31.3 significa transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo leve ou moderado, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de F31 (transtorno afetivo bipolar). A CID-10 descreve o código assim: “Episódio atual correspondente à descrição de um episódio depressivo leve ou moderado (F32.0 ou F32.1), tendo ocorrido, no passado, ao menos um episódio afetivo hipomaníaco, maníaco ou misto bem comprovado.”

Quais são os outros códigos de F31?

F31.0 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual hipomaníaco), F31.1 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual maníaco sem sintomas psicóticos), F31.2 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual maníaco com sintomas psicóticos), F31.4 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo grave sem sintomas psicóticos), F31.5 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo grave com sintomas psicóticos), F31.6 (transtorno afetivo bipolar, episódio atual misto), F31.7 (transtorno afetivo bipolar, atualmente em remissão), F31.8 (outros transtornos afetivos bipolares) e F31.9 (transtorno afetivo bipolar não especificado).

Qual a diferença entre F31.3 e F31.9?

Pelos nomes oficiais, F31.3 é transtorno afetivo bipolar, episódio atual depressivo leve ou moderado, e F31.9 é transtorno afetivo bipolar não especificado. Os dois ficam na categoria F31.

Pode colocar o CID F31.3 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID F31.3 dá direito a afastamento?

Não. O código F31.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o F31.3 na guia TISS?

Sem o ponto: F313.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.