CID G32: Outros transtornos degenerativos do sistema nervoso em doenças classificadas em outra parte
G32 é a categoria da CID-10 de outros transtornos degenerativos do sistema nervoso em doenças classificadas em outra parte, no capítulo VI (doenças do sistema nervoso). Ela tem 2 subcategorias, de G32.0 a G32.8.
Subcategorias de G32
Na tabela
- Classificação
- Asterisco (*): o código da manifestação, que se usa junto do código da causa (†)
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G32 num atestado Usar G32 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Outras categorias de G30–G32
Recebeu um atestado com G32?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G32
O que significa o CID G32?
G32 significa outros transtornos degenerativos do sistema nervoso em doenças classificadas em outra parte, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Quais são os tipos de CID G32?
A categoria G32 tem 2 subcategorias: G32.0 (degeneração combinada subaguda da medula espinal em doenças classificadas em outra parte) e G32.8 (outros transtornos degenerativos especificados do sistema nervoso em doenças classificadas em outra parte).
Pode colocar o CID G32 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G32 dá direito a afastamento?
Não. O código G32 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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