CID Q91.3: Síndrome de Edwards não especificada

Q91.3 é o código da CID-10 para síndrome de Edwards não especificada, na categoria Q91 (síndrome de Edwards e síndrome de Patau), do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

Q91.3
Categoria
Q91 Síndrome de Edwards e síndrome de Patau
Grupo
Q90–Q99 Anomalias cromossômicas não classificadas em outra parte
Capítulo
XVII Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
Na guia TISS
Q913, sem ponto

Outros códigos de Q91

Como usar o Q91.3

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar Q91.3 num atestado Usar Q91.3 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: Q913.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista Q91.3 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam Q91.3

1 procedimento do SIGTAP aceita Q91.3.[2]

Recebeu um atestado com Q91.3?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o Q91.3

O que significa o CID Q91.3?

Q91.3 significa síndrome de Edwards não especificada, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de Q91 (síndrome de Edwards e síndrome de Patau).

Quais são os outros códigos de Q91?

Q91.0 (trissomia 18, não-disjunção meiótica), Q91.1 (trissomia 18, mosaicismo cromossômico (não-disjunção mitótica)), Q91.2 (trissomia 18, translocação), Q91.4 (trissomia 13, não-disjunção meiótica), Q91.5 (trissomia 13, mosaicismo cromossômico (não-disjunção mitótica)), Q91.6 (trissomia 13, translocação) e Q91.7 (síndrome de Patau não especificada).

Pode colocar o CID Q91.3 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID Q91.3 dá direito a afastamento?

Não. O código Q91.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o Q91.3 na guia TISS?

Sem o ponto: Q913.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.