CID Q93: Monossomias e deleções dos autossomos, não classificadas em outra parte

Q93 é a categoria da CID-10 de monossomias e deleções dos autossomos, não classificadas em outra parte, no capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas). Ela tem 10 subcategorias, de Q93.0 a Q93.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

Q93
Grupo
Q90–Q99 Anomalias cromossômicas não classificadas em outra parte
Capítulo
XVII Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
Subcategorias
10, de Q93.0 a Q93.9

Subcategorias de Q93

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o Q93

O que significa o CID Q93?

Q93 significa monossomias e deleções dos autossomos, não classificadas em outra parte, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).

Quais são os tipos de CID Q93?

A categoria Q93 tem 10 subcategorias: Q93.0 (monossomia de cromossomo inteiro, não-disjunção meiótica), Q93.1 (monossomia de cromossomo inteiro, mosaicismo cromossômico (não-disjunção mitótica)), Q93.2 (cromossomo substituído por anel ou dicêntrico), Q93.3 (deleção do braço curto do cromossomo 4), Q93.4 (deleção do braço curto do cromossomo 5), Q93.5 (outras deleções parciais de cromossomo), Q93.6 (deleções vistas somente na prometáfase), Q93.7 (deleções com outros rearranjos complexos), Q93.8 (outras deleções dos autossomos) e Q93.9 (deleções não especificadas dos autossomos).

Pode colocar o CID Q93 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID Q93 dá direito a afastamento?

Não. O código Q93 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.