CID R75: Evidência laboratorial do vírus da imunodeficiência humana [HIV]

R75 é o código da CID-10 para evidência laboratorial do vírus da imunodeficiência humana [HIV], no capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte). A categoria não tem subcategorias: o código completo é R75.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

R75
Grupo
R70–R79 Achados anormais de exames de sangue, sem diagnóstico
Capítulo
XVIII Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte
Subcategorias
Nenhuma: o código da categoria é o próprio código

O que diz a CID-10 sobre o R75

Inclui

  • Teste para HIV não conclusivo para crianças

Exclui

  • doença pelo vírus da imunodeficiência humana [HIV] (B20-B24)
  • soropositividade assintomática ao HIV (Z21)

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o R75

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o R75

O que significa o CID R75?

R75 significa evidência laboratorial do vírus da imunodeficiência humana [HIV], pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte).

Pode colocar o CID R75 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID R75 dá direito a afastamento?

Não. O código R75 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.