CID T42.2: Intoxicação por succinimidas e oxazolidinadionas

T42.2 é o código da CID-10 para intoxicação por succinimidas e oxazolidinadionas, na categoria T42 (intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos), do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

T42.2
Categoria
T42 Intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos
Grupo
T36–T50 Intoxicação por drogas, medicamentos e substâncias biológicas
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Na guia TISS
T422, sem ponto

Outros códigos de T42

Como usar o T42.2

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar T42.2 num atestado Usar T42.2 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: T422.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista T42.2 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam T42.2

1 procedimento do SIGTAP aceita T42.2.[2]

Recebeu um atestado com T42.2?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o T42.2

O que significa o CID T42.2?

T42.2 significa intoxicação por succinimidas e oxazolidinadionas, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de T42 (intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos).

Quais são os outros códigos de T42?

T42.0 (intoxicação por derivados da hidantoína), T42.1 (intoxicação por iminostilbenos), T42.3 (intoxicação por barbitúricos), T42.4 (intoxicação por benzodiazepinas), T42.5 (intoxicação por antiepiléticos em associação, não classificados em outra parte), T42.6 (intoxicação por outras drogas antiepilépticas e sedativos-hipnóticos), T42.7 (intoxicação por drogas antiepilépticos, sedativos-hipnóticos, não especificados) e T42.8 (intoxicação por drogas antiparkinsonianos e outros depressores centrais do tônus muscular).

Pode colocar o CID T42.2 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID T42.2 dá direito a afastamento?

Não. O código T42.2 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o T42.2 na guia TISS?

Sem o ponto: T422.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.