CID T42.7: Intoxicação por drogas antiepilépticos, sedativos-hipnóticos, não especificados

T42.7 é o código da CID-10 para intoxicação por drogas antiepilépticos, sedativos-hipnóticos, não especificados, na categoria T42 (intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos), do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

T42.7
Categoria
T42 Intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos
Grupo
T36–T50 Intoxicação por drogas, medicamentos e substâncias biológicas
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Na guia TISS
T427, sem ponto

Outros códigos de T42

O que diz a CID-10 sobre o T42.7

Inclui

  • Soníferos: comprimido, droga, poção SOE

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o T42.7

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar T42.7 num atestado Usar T42.7 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: T427.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista T42.7 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam T42.7

1 procedimento do SIGTAP aceita T42.7.[2]

Recebeu um atestado com T42.7?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o T42.7

O que significa o CID T42.7?

T42.7 significa intoxicação por drogas antiepilépticos, sedativos-hipnóticos, não especificados, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de T42 (intoxicação por antiepilépticos, sedativos-hipnóticos e antiparkinsonianos).

Quais são os outros códigos de T42?

T42.0 (intoxicação por derivados da hidantoína), T42.1 (intoxicação por iminostilbenos), T42.2 (intoxicação por succinimidas e oxazolidinadionas), T42.3 (intoxicação por barbitúricos), T42.4 (intoxicação por benzodiazepinas), T42.5 (intoxicação por antiepiléticos em associação, não classificados em outra parte), T42.6 (intoxicação por outras drogas antiepilépticas e sedativos-hipnóticos) e T42.8 (intoxicação por drogas antiparkinsonianos e outros depressores centrais do tônus muscular).

Pode colocar o CID T42.7 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID T42.7 dá direito a afastamento?

Não. O código T42.7 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o T42.7 na guia TISS?

Sem o ponto: T427.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.