CID T53: Efeito tóxico de derivados halogênicos de hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos

T53 é a categoria da CID-10 de efeito tóxico de derivados halogênicos de hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, no capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas). Ela tem 9 subcategorias, de T53.0 a T53.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

T53
Grupo
T51–T65 Efeitos tóxicos de substâncias de origem predominantemente não-medicinal
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Subcategorias
9, de T53.0 a T53.9

Subcategorias de T53

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o T53

O que significa o CID T53?

T53 significa efeito tóxico de derivados halogênicos de hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Quais são os tipos de CID T53?

A categoria T53 tem 9 subcategorias: T53.0 (efeito tóxico do tetracloreto de carbono), T53.1 (efeito tóxico do clorofórmio), T53.2 (efeito tóxico do tricloroetileno), T53.3 (efeito tóxico do tetracloroetileno), T53.4 (efeito tóxico do diclorometano), T53.5 (efeito tóxico do clorofluorcarbono), T53.6 (efeito tóxico de outros derivados halogênicos de hidrocarbonetos alifáticos), T53.7 (efeito tóxico de derivados halogênicos de hidrocarbonetos aromáticos) e T53.9 (efeito tóxico de derivados halogênicos de hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos não especificados).

Pode colocar o CID T53 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID T53 dá direito a afastamento?

Não. O código T53 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.