CID T56: Efeito tóxico de metais

T56 é a categoria da CID-10 de efeito tóxico de metais, no capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas). Ela tem 10 subcategorias, de T56.0 a T56.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

T56
Grupo
T51–T65 Efeitos tóxicos de substâncias de origem predominantemente não-medicinal
Capítulo
XIX Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Subcategorias
10, de T56.0 a T56.9

Subcategorias de T56

O que diz a CID-10 sobre o T56

Inclui

  • metais de todas as fontes, exceto drogas medicinais, fumaças e vapores de metais

Exclui

  • arsênico e seus compostos (T57.0)
  • manganês e seus compostos (T57.2)
  • tálio (T60.4)

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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Outras categorias de T51–T65

Recebeu um atestado com T56?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o T56

O que significa o CID T56?

T56 significa efeito tóxico de metais, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XIX (lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas).

Quais são os tipos de CID T56?

A categoria T56 tem 10 subcategorias: T56.0 (efeito tóxico do chumbo e seus compostos), T56.1 (efeito tóxico do mercúrio e seus compostos), T56.2 (efeito tóxico do cromo e seus compostos), T56.3 (efeito tóxico do cádmio e seus compostos), T56.4 (efeito tóxico do cobre e seus compostos), T56.5 (efeito tóxico do zinco e seus compostos), T56.6 (efeito tóxico do estanho e seus compostos), T56.7 (efeito tóxico do berilo e seus compostos), T56.8 (efeito tóxico de outros metais) e T56.9 (efeito tóxico de metal, não especificado).

Pode colocar o CID T56 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID T56 dá direito a afastamento?

Não. O código T56 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.