CID D01: Carcinoma in situ de outros órgãos digestivos

D01 é a categoria da CID-10 de carcinoma in situ de outros órgãos digestivos, no capítulo II (neoplasias [tumores]). Ela tem 8 subcategorias, de D01.0 a D01.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

D01
Grupo
D00–D09 Neoplasias [tumores] in situ
Capítulo
II Neoplasias [tumores]
Subcategorias
8, de D01.0 a D01.9

Subcategorias de D01

O que diz a CID-10 sobre o D01

Exclui

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar D01 num atestado Usar D01 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista D01 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam D01

1 procedimento do SIGTAP aceita D01.[2]

Outras categorias de D00–D09

Recebeu um atestado com D01?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o D01

O que significa o CID D01?

D01 significa carcinoma in situ de outros órgãos digestivos, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo II (neoplasias [tumores]).

Quais são os tipos de CID D01?

A categoria D01 tem 8 subcategorias: D01.0 (carcinoma in situ do cólon), D01.1 (carcinoma in situ da junção retossigmóide), D01.2 (carcinoma in situ do reto), D01.3 (carcinoma in situ do ânus e canal anal), D01.4 (carcinoma in situ de outras partes do intestino e as não especificadas), D01.5 (carcinoma in situ do fígado, vesícula biliar e vias biliares), D01.7 (carcinoma in situ de outros órgãos especificados do aparelho digestivo) e D01.9 (carcinoma in situ de órgãos digestivos, não especificado).

Pode colocar o CID D01 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID D01 dá direito a afastamento?

Não. O código D01 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.