CID G71.8: Outros transtornos primários dos músculos
G71.8 é o código da CID-10 para outros transtornos primários dos músculos, na categoria G71 (transtornos primários dos músculos), do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Outros códigos de G71
Como usar o G71.8
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G71.8 num atestado Usar G71.8 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: G718.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista G71.8 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam G71.8
33 procedimentos do SIGTAP aceitam G71.8. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 03.03.04.024-6Tratamento de intercorrencias de doencas neuromusculares
- 04.08.01.001-0Artrodese de grandes articulações escapulo-torácicas
- 02.01.01.028-3Biopsia de musculo (a ceu aberto)
- 04.08.06.030-1Ressecção muscular
- 07.01.09.001-4Órtese HCO tipo philadelphia para imobilização da região cervical
- 07.01.02.017-2Órtese pélvico-podálica de descarga isquiática
- 07.01.02.016-4Órtese metalica suropodálica (infantil)
- 07.01.02.018-0Órtese pélvico-podálica metálica com ou sem apoio isquiático (infantil e adolescente)
- 07.01.02.019-9Órtese pélvico-podálica metálica para adulto com ou sem apoio isquiático
- 07.01.01.014-2Palmilhas confeccionadas sob medida (par)
- 07.01.01.015-0Palmilhas para pés neuropáticos confeccionadas sob medida para adultos ou crianças (par)
- 07.01.02.021-0Órtese suropodálica articulada em polipropileno infantil
- 07.01.01.017-7Palmilhas para sustentação dos arcos plantares números acima de 34 (par)
- 07.01.01.016-9Palmilhas para sustentação dos arcos plantares até o número 33 (par)
- 07.01.01.010-0Carrinho dobrável para transporte de criança com deficiência
- 07.01.02.025-3Órtese suropodálica unilateral articulada em polipropileno (adulto)
- 07.01.02.023-7Órtese suropodálica sem articulação em polipropileno (infantil)
- 07.01.02.024-5Órtese suropodálica metálica (adulto)
- 07.01.02.007-5Órtese cruromaleolar para limitação dos movimentos do joelho
- 03.01.01.019-6Avaliação clínica para diagnóstico de doenças raras - eixo I: 1-anomalias congênitas ou de manifestação tardia
Recebeu um atestado com G71.8?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G71.8
O que significa o CID G71.8?
G71.8 significa outros transtornos primários dos músculos, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de G71 (transtornos primários dos músculos).
Quais são os outros códigos de G71?
G71.0 (distrofia muscular), G71.1 (transtornos miotônicos), G71.2 (miopatias congênitas), G71.3 (miopatia mitocondrial não classificada em outra parte) e G71.9 (transtorno muscular primário não especificado).
Qual a diferença entre G71.8 e G71.9?
Pelos nomes oficiais, G71.8 é outros transtornos primários dos músculos, e G71.9 é transtorno muscular primário não especificado. Os dois ficam na categoria G71.
Pode colocar o CID G71.8 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G71.8 dá direito a afastamento?
Não. O código G71.8 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o G71.8 na guia TISS?
Sem o ponto: G718.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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