CID G90: Transtornos do sistema nervoso autônomo

G90 é a categoria da CID-10 de transtornos do sistema nervoso autônomo, no capítulo VI (doenças do sistema nervoso). Ela tem 7 subcategorias, de G90.0 a G90.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

G90
Grupo
G90–G99 Outros transtornos do sistema nervoso
Capítulo
VI Doenças do sistema nervoso
Subcategorias
7, de G90.0 a G90.9

Subcategorias de G90

O que diz a CID-10 sobre o G90

Exclui

  • disfunção do sistema nervoso autônomo devida ao álcool (G31.2)

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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Outras categorias de G90–G99

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o G90

O que significa o CID G90?

G90 significa transtornos do sistema nervoso autônomo, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).

Quais são os tipos de CID G90?

A categoria G90 tem 7 subcategorias: G90.0 (neuropatia autonômica periférica idiopática), G90.1 (disautonomia familiar [Síndrome de Riley-Day]), G90.2 (síndrome de Horner), G90.3 (degeneração multissistêmica), G90.4 (disreflexia autonômica), G90.8 (outros transtornos do sistema nervoso autônomo) e G90.9 (transtorno não especificado do sistema nervoso autônomo).

Pode colocar o CID G90 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID G90 dá direito a afastamento?

Não. O código G90 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.