CID N98: Complicações associadas à fecundação artificial

N98 é a categoria da CID-10 de complicações associadas à fecundação artificial, no capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário). Ela tem 6 subcategorias, de N98.0 a N98.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

N98
Grupo
N80–N98 Transtornos não-inflamatórios do trato genital feminino
Capítulo
XIV Doenças do aparelho geniturinário
Subcategorias
6, de N98.0 a N98.9

Subcategorias de N98

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar N98 num atestado Usar N98 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista N98 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam N98

5 procedimentos do SIGTAP aceitam N98.[2]

Outras categorias de N80–N98

Recebeu um atestado com N98?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o N98

O que significa o CID N98?

N98 significa complicações associadas à fecundação artificial, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XIV (doenças do aparelho geniturinário).

Quais são os tipos de CID N98?

A categoria N98 tem 6 subcategorias: N98.0 (infecção associada à inseminação artificial), N98.1 (hiperestimulação dos ovários), N98.2 (complicações relacionadas com a tentativa de introdução do óvulo fecundado artificialmente (in vitro)), N98.3 (complicações relacionadas com a tentativa de transferência do embrião), N98.8 (outras complicações associadas à fecundação artificial) e N98.9 (complicações não especificadas associadas à fecundação artificial).

Pode colocar o CID N98 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID N98 dá direito a afastamento?

Não. O código N98 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.