CID Q76.1: Síndrome de Klippel-Feil

Q76.1 é o código da CID-10 para síndrome de Klippel-Feil, na categoria Q76 (malformações congênitas da coluna vertebral e dos ossos do tórax), do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

Q76.1
Categoria
Q76 Malformações congênitas da coluna vertebral e dos ossos do tórax
Grupo
Q65–Q79 Malformações e deformidades congênitas do sistema osteomuscular
Capítulo
XVII Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
Na guia TISS
Q761, sem ponto

Outros códigos de Q76

O que diz a CID-10 sobre o Q76.1

Inclui

  • Síndrome de fusão cervical

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

Como usar o Q76.1

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

Usar Q76.1 num atestado Usar Q76.1 num atestado

Mais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.

Na guia TISS

O código vai sem o ponto: Q761.

No SUS

Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista Q76.1 no SIGTAP.[2]

Procedimentos do SUS que aceitam Q76.1

37 procedimentos do SIGTAP aceitam Q76.1. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]

Recebeu um atestado com Q76.1?

O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

É médico? A Aura sugere o CID no atestado.

Perguntas sobre o Q76.1

O que significa o CID Q76.1?

Q76.1 significa síndrome de Klippel-Feil, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de Q76 (malformações congênitas da coluna vertebral e dos ossos do tórax).

Quais são os outros códigos de Q76?

Q76.0 (espinha bífida oculta), Q76.2 (espondilolistese congênita), Q76.3 (escoliose congênita devida à malformação óssea congênita), Q76.4 (outras malformações congênitas da coluna vertebral não-associadas com escoliose), Q76.5 (costela cervical), Q76.6 (outras malformações congênitas das costelas), Q76.7 (malformação congênita do esterno), Q76.8 (outras malformações congênitas dos ossos do tórax) e Q76.9 (malformação congênita não especificada dos ossos do tórax).

Qual a diferença entre Q76.1 e Q76.9?

Pelos nomes oficiais, Q76.1 é síndrome de Klippel-Feil, e Q76.9 é malformação congênita não especificada dos ossos do tórax. Os dois ficam na categoria Q76.

Pode colocar o CID Q76.1 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID Q76.1 dá direito a afastamento?

Não. O código Q76.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

Como informar o Q76.1 na guia TISS?

Sem o ponto: Q761.

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.