CID Q98.1: Síndrome de Klinefelter, homem com mais de dois cromossomos X
Q98.1 é o código da CID-10 para síndrome de Klinefelter, homem com mais de dois cromossomos X, na categoria Q98 (outras anomalias dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino, não classificadas em outra parte), do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).
Outros códigos de Q98
- Q98.0Síndrome de Klinefelter, cariótipo 47, XXY
- Q98.1Síndrome de Klinefelter, homem com mais de dois cromossomos X
- Q98.2Síndrome de Klinefelter, homem com cariótipo 46, XX
- Q98.3Outro homem com cariótipo 46, XX
- Q98.4Síndrome de Klinefelter não especificada
- Q98.5Cariótipo 47, XYY
- Q98.6Homem com cromossomos sexuais de estrutura anormal
- Q98.7Homem com mosaicismo dos cromossomos sexuais
- Q98.8Outras anomalias especificadas dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino
- Q98.9Anomalias não especificadas dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino
Como usar o Q98.1
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar Q98.1 num atestado Usar Q98.1 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: Q981.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista Q98.1 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam Q98.1
3 procedimentos do SIGTAP aceitam Q98.1.[2]
Recebeu um atestado com Q98.1?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o Q98.1
O que significa o CID Q98.1?
Q98.1 significa síndrome de Klinefelter, homem com mais de dois cromossomos X, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de Q98 (outras anomalias dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino, não classificadas em outra parte).
Quais são os outros códigos de Q98?
Q98.0 (síndrome de Klinefelter, cariótipo 47, XXY), Q98.2 (síndrome de Klinefelter, homem com cariótipo 46, XX), Q98.3 (outro homem com cariótipo 46, XX), Q98.4 (síndrome de Klinefelter não especificada), Q98.5 (cariótipo 47, XYY), Q98.6 (homem com cromossomos sexuais de estrutura anormal), Q98.7 (homem com mosaicismo dos cromossomos sexuais), Q98.8 (outras anomalias especificadas dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino) e Q98.9 (anomalias não especificadas dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino).
Qual a diferença entre Q98.1 e Q98.9?
Pelos nomes oficiais, Q98.1 é síndrome de Klinefelter, homem com mais de dois cromossomos X, e Q98.9 é anomalias não especificadas dos cromossomos sexuais, fenótipo masculino. Os dois ficam na categoria Q98.
Pode colocar o CID Q98.1 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID Q98.1 dá direito a afastamento?
Não. O código Q98.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o Q98.1 na guia TISS?
Sem o ponto: Q981.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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