CID G95.1: Mielopatias vasculares
G95.1 é o código da CID-10 para mielopatias vasculares, na categoria G95 (outras doenças da medula espinal), do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Outros códigos de G95
O que diz a CID-10 sobre o G95.1
Inclui
- Edema da medula espinal
- Flebite e tromboflebite intraspinal não-piogênica
- Hematomielia
- Infarto agudo da medula espinhal (embólico) (não embólico)
- Mielopatia necrótica subaguda
- Trombose arterial da medula espinhal
Exclui
- flebite e tromboflebite intraspinal, exceto a não-piogênica (G08)
CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.
Como usar o G95.1
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G95.1 num atestado Usar G95.1 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: G951.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista G95.1 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam G95.1
17 procedimentos do SIGTAP aceitam G95.1.[2]
- 03.03.04.013-0Tratamento clínico das mielites / mielopatias
- 07.01.02.031-8Órtese tlso tipo colete / jaqueta de risser
- 03.03.13.005-9Tratamento de paciente sob cuidados prolongados por enfermidades neurologicas
- 07.01.02.016-4Órtese metalica suropodálica (infantil)
- 07.01.02.021-0Órtese suropodálica articulada em polipropileno infantil
- 07.01.02.025-3Órtese suropodálica unilateral articulada em polipropileno (adulto)
- 07.01.02.023-7Órtese suropodálica sem articulação em polipropileno (infantil)
- 07.01.02.024-5Órtese suropodálica metálica (adulto)
- 07.01.02.022-9Órtese suropodálica sem articulação em polipropileno (adulto)
- 07.01.02.064-4Mesa de atividades para cadeira de rodas (tábua mesa)
- 03.02.06.002-2Atendimento fisioterapêutico em pacientes com distúrbios neuro-cinético-funcionais com complicações sistêmicas
- 03.02.06.001-4Atendimento fisioterapêutico em pacientes com distúrbios neuro-cinético-funcionais sem complicações sistêmicas
- 07.01.01.018-5Adaptação de OPM auxiliares de locomoção
- 07.01.01.019-3Manutenção de OPM auxiliares de locomoção
- 07.01.02.058-0Manutenção de OPM ortopédica
- 07.01.02.057-1Adaptação de OPM ortopédica
- 03.02.05.002-7Atendimento fisioterapêutico nas alterações motoras
Recebeu um atestado com G95.1?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G95.1
O que significa o CID G95.1?
G95.1 significa mielopatias vasculares, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de G95 (outras doenças da medula espinal).
Quais são os outros códigos de G95?
G95.0 (siringomielia e siringobulbia), G95.2 (compressão não especificada de medula espinal), G95.8 (outras doenças especificadas da medula espinal) e G95.9 (doença não especificada da medula espinal).
Qual a diferença entre G95.1 e G95.9?
Pelos nomes oficiais, G95.1 é mielopatias vasculares, e G95.9 é doença não especificada da medula espinal. Os dois ficam na categoria G95.
Pode colocar o CID G95.1 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G95.1 dá direito a afastamento?
Não. O código G95.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o G95.1 na guia TISS?
Sem o ponto: G951.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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