CID M91.3: Pseudocoxalgia
M91.3 é o código da CID-10 para pseudocoxalgia, na categoria M91 (osteocondrose juvenil do quadril e da pelve), do capítulo XIII (doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo).
Outros códigos de M91
Como usar o M91.3
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar M91.3 num atestado Usar M91.3 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: M913.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista M91.3 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam M91.3
5 procedimentos do SIGTAP aceitam M91.3.[2]
- 04.08.05.038-1Transferência do grande trocanter (procedimento isolado)
- 04.08.04.017-3Redução incruenta c/ manipulação de luxação espontânea / progressiva do quadril com aplicação de dispositivos de contenção
- 03.03.13.007-5Tratamento de paciente sob cuidados prolongados por enfermidades osteomusculares e do tecido conjuntivo
- 09.03.01.001-1OCI avaliação diagnóstica em ortopedia com recursos de radiologia
- 03.02.05.002-7Atendimento fisioterapêutico nas alterações motoras
Recebeu um atestado com M91.3?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o M91.3
O que significa o CID M91.3?
M91.3 significa pseudocoxalgia, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de M91 (osteocondrose juvenil do quadril e da pelve).
Quais são os outros códigos de M91?
M91.0 (osteocondrose juvenil da pelve), M91.1 (osteocondrose juvenil da cabeça do fêmur [Legg-Calvé-Perthes]), M91.2 (coxa plana), M91.8 (outras osteocondroses juvenis do quadril e da pelve) e M91.9 (osteocondrose juvenil não especificada do quadril e da pelve).
Qual a diferença entre M91.3 e M91.9?
Pelos nomes oficiais, M91.3 é pseudocoxalgia, e M91.9 é osteocondrose juvenil não especificada do quadril e da pelve. Os dois ficam na categoria M91.
Pode colocar o CID M91.3 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID M91.3 dá direito a afastamento?
Não. O código M91.3 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o M91.3 na guia TISS?
Sem o ponto: M913.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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