CID Q77: Osteocondrodisplasia com anomalias de crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral

Q77 é a categoria da CID-10 de osteocondrodisplasia com anomalias de crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral, no capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas). Ela tem 10 subcategorias, de Q77.0 a Q77.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

Q77
Grupo
Q65–Q79 Malformações e deformidades congênitas do sistema osteomuscular
Capítulo
XVII Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
Subcategorias
10, de Q77.0 a Q77.9

Subcategorias de Q77

O que diz a CID-10 sobre o Q77

Exclui

CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.

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Perguntas sobre o Q77

O que significa o CID Q77?

Q77 significa osteocondrodisplasia com anomalias de crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XVII (malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas).

Quais são os tipos de CID Q77?

A categoria Q77 tem 10 subcategorias: Q77.0 (acondrogenesia), Q77.1 (nanismo tanatofórico), Q77.2 (síndrome das costelas curtas), Q77.3 (condrodisplasia puntacta), Q77.4 (acondroplasia), Q77.5 (displasia diastrófica), Q77.6 (displasia condroectodérmica), Q77.7 (displasia espondiloepifisária), Q77.8 (outras osteocondrodisplasias com anomalias do crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral) e Q77.9 (osteocondrodisplasia não especificada com anomalias do crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral).

Pode colocar o CID Q77 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID Q77 dá direito a afastamento?

Não. O código Q77 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.