CID Y51: Efeitos adversos de drogas que atuam primariamente sobre o sistema nervoso autônomo

Y51 é a categoria da CID-10 de efeitos adversos de drogas que atuam primariamente sobre o sistema nervoso autônomo, no capítulo XX (causas externas de morbidade e de mortalidade). Ela tem 10 subcategorias, de Y51.0 a Y51.9.

Fonte: CID-10, DATASUS · Atualizado em 29/10/2026

Y51
Grupo
Y40–Y59 Efeitos adversos de drogas, medicamentos e substâncias biológicas usadas com finalidade terapêutica
Capítulo
XX Causas externas de morbidade e de mortalidade
Subcategorias
10, de Y51.0 a Y51.9

Subcategorias de Y51

No atestado

Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

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Perguntas sobre o Y51

O que significa o CID Y51?

Y51 significa efeitos adversos de drogas que atuam primariamente sobre o sistema nervoso autônomo, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo XX (causas externas de morbidade e de mortalidade).

Quais são os tipos de CID Y51?

A categoria Y51 tem 10 subcategorias: Y51.0 (efeitos adversos de agentes anticolinesterásicos), Y51.1 (efeitos adversos de outros parasimpaticomiméticos [colinérgicos]), Y51.2 (efeitos adversos de ganglioplégicos, não classificados em outra parte), Y51.3 (efeitos adversos de outros parassimpaticolíticos [anticolinérgicos e antimuscarínicos] e espasmolíticos, não classificados em outra parte), Y51.4 (efeitos adversos de agonistas predominantemente alfa-adrenorreceptores, não classificados em outra parte), Y51.5 (efeitos adversos de agonistas predominantemente beta-adrenorreceptores, não classificados em outra parte), Y51.6 (efeitos adversos de antagonistas alfa-adrenorreceptores, não classificados em outra parte), Y51.7 (efeitos adversos de antagonistas beta-adrenorreceptores, não classificados em outra parte), Y51.8 (efeitos adversos de bloqueadores nervosos de ação central e adrenérgicos, não classificados em outra parte) e Y51.9 (efeitos adversos de outras drogas que atuam primariamente sobre o sistema nervoso autônomo e as não especificadas).

Pode colocar o CID Y51 no atestado?

Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]

O CID Y51 dá direito a afastamento?

Não. O código Y51 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]

[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.

[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.

Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.

CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.

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O CID só entra com a concordância do paciente, registrada no prontuário.