CID E76.1: Mucopolissacaridose do tipo II
E76.1 é o código da CID-10 para mucopolissacaridose do tipo II, na categoria E76 (distúrbios do metabolismo do glicosaminoglicano), do capítulo IV (doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas).
Outros códigos de E76
O que diz a CID-10 sobre o E76.1
Inclui
- Síndrome de Hunter
CID-10, volume 1 (lista tabular), Organização Mundial da Saúde; tradução do CBCD (FSP-USP), edição eletrônica do DATASUS.
Como usar o E76.1
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar E76.1 num atestado Usar E76.1 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: E761.
No SUS
1 medicamento do Componente Especializado (CEAF) aceita E76.1 no SIGTAP. Eles são pedidos pela LME.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam E76.1
29 procedimentos do SIGTAP aceitam E76.1. Aqui estão os 20 mais específicos, os que aceitam menos CIDs.[2]
- 05.05.01.005-4Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue periférico - aparentado
- 05.05.01.006-2Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue periférico - não aparentado
- 05.05.01.004-6Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue de cordão umbilical de não aparentado
- 05.05.01.002-0Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de medula óssea - não aparentado
- 05.05.01.003-8Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue de cordão umbilical de aparentado
- 03.04.01.056-1Radioterapia em corpo inteiro
- 05.01.07.017-6Teste de quimerismo pós-transplante alogênico de medula óssea
- 05.01.02.003-9Confirmaçao de identificação de receptor de células tronco hematopoéticas
- 05.01.02.004-7Identificação/confirmação de receptor de células tronco hematopoéticas
- 05.05.01.001-1Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de medula óssea - aparentado
- 05.01.07.016-8Teste de quimerismo pré-transplante alogênico de medula óssea
- 03.01.01.021-8Avaliação clínica de diagnóstico de doenças raras eixo I: 3 - erros inatos de metabolismo
- 05.01.05.005-1Identificação de receptor de órgãos
- 07.01.02.021-0Órtese suropodálica articulada em polipropileno infantil
- 05.01.05.001-9Avaliação de reatividade do receptor contra painel em receptores hipersensibilizados de órgãos
- 03.03.03.004-6Tratamento de disturbios metabolicos
- 07.01.02.025-3Órtese suropodálica unilateral articulada em polipropileno (adulto)
- 07.01.02.023-7Órtese suropodálica sem articulação em polipropileno (infantil)
- 07.01.02.024-5Órtese suropodálica metálica (adulto)
- 07.01.02.007-5Órtese cruromaleolar para limitação dos movimentos do joelho
Recebeu um atestado com E76.1?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o E76.1
O que significa o CID E76.1?
E76.1 significa mucopolissacaridose do tipo II, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de E76 (distúrbios do metabolismo do glicosaminoglicano).
Quais são os outros códigos de E76?
E76.0 (mucopolissacaridose do tipo I), E76.2 (outras mucopolissacaridoses), E76.3 (mucopolissacaridose não especificada), E76.8 (outros distúrbios do metabolismo do glicosaminoglicano) e E76.9 (distúrbio não especificado do metabolismo do glicosaminoglicano).
Qual a diferença entre E76.1 e E76.9?
Pelos nomes oficiais, E76.1 é mucopolissacaridose do tipo II, e E76.9 é distúrbio não especificado do metabolismo do glicosaminoglicano. Os dois ficam na categoria E76.
Pode colocar o CID E76.1 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID E76.1 dá direito a afastamento?
Não. O código E76.1 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o E76.1 na guia TISS?
Sem o ponto: E761.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
As descrições, as inclusões e as exclusões vêm da CID-10, volume 1 (lista tabular), na edição eletrônica do DATASUS.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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