CID G41: Estado de mal epiléptico
G41 é a categoria da CID-10 de estado de mal epiléptico, no capítulo VI (doenças do sistema nervoso). Ela tem 5 subcategorias, de G41.0 a G41.9.
Subcategorias de G41
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G41 num atestado Usar G41 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Outras categorias de G40–G47
- G40Epilepsia10 códigos
- G41Estado de mal epiléptico5 códigos
- G43Enxaqueca6 códigos
- G44Outras síndromes de algias cefálicas6 códigos
- G45Acidentes vasculares cerebrais isquêmicos transitórios e síndromes correlatas7 códigos
- G46Síndromes vasculares cerebrais que ocorrem em doenças cerebrovasculares9 códigos
- G47Distúrbios do sono7 códigos
Buscas relacionadas
Recebeu um atestado com G41?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G41
O que significa o CID G41?
G41 significa estado de mal epiléptico, pelo nome oficial da CID-10. É uma categoria do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Quais são os tipos de CID G41?
A categoria G41 tem 5 subcategorias: G41.0 (estado de grande mal epiléptico), G41.1 (estado de pequeno mal epiléptico), G41.2 (estado de mal epiléptico parcial complexo), G41.8 (outros estados de mal epiléptico) e G41.9 (estado de mal epiléptico, não especificado).
Pode colocar o CID G41 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G41 dá direito a afastamento?
Não. O código G41 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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