CID G41.8: Outros estados de mal epiléptico
G41.8 é o código da CID-10 para outros estados de mal epiléptico, na categoria G41 (estado de mal epiléptico), do capítulo VI (doenças do sistema nervoso).
Outros códigos de G41
Como usar o G41.8
No atestado
Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
Usar G41.8 num atestado Usar G41.8 num atestadoMais sobre o atestado: o guia Atestado médico digital e os modelos de atestado.
Na guia TISS
O código vai sem o ponto: G418.
No SUS
Nenhum medicamento do Componente Especializado (CEAF) lista G41.8 no SIGTAP.[2]
Procedimentos do SUS que aceitam G41.8
16 procedimentos do SIGTAP aceitam G41.8.[2]
- 02.11.05.009-1Exploracao diagnostica pelo video-eletroencefalograma com ou sem uso de eletrodo de profundidade
- 03.03.04.016-5Tratamento de crises epiléticas não controladas
- 04.03.06.001-0Exploração diagnóstica cirúrgica para implantação bilateral de eletrodos subdurais (inclui vídeo-eletroencefalograma)
- 04.03.06.002-8Exploração diagnóstica cirúrgica para implantação unilateral de eletrodos subdurais (inclui video-eletroencefalograma)
- 04.03.06.003-6Microcirurgia para lesionectomia com monitoramento intraoperatório
- 04.03.06.004-4Microcirurgia para lesionectomia sem monitoramento intra-operatório
- 04.03.06.005-2Microcirurgia para lobéctomia temporal / amigdalo-hipocampectomia seletiva
- 04.03.06.006-0Microcirurgia para resseccao multilobar / hemisferectomia / calosotomia
- 04.03.06.007-9Microcirurgia para ressecção unilobar extratemporal com monitoramento intraoperatorio
- 04.03.06.008-7Microcirurgia para resseccao unilobar extratemporal sem monitoramento intra-operatorio
- 04.03.06.009-5Transecções sub-piais multiplas em areas eloquentes
- 03.03.04.029-7Tratamento de processo toxi-infeccioso do cerebro ou da medula espinhal
- 03.02.06.005-7Atendimento fisioterapêutico em paciente no pré/pós-operatório de neurocirurgia
- 03.02.05.001-9Atendimento fisioterapêutico em pacientes no pré e pós-operatório nas disfunções músculo esqueléticas
- 03.02.06.002-2Atendimento fisioterapêutico em pacientes com distúrbios neuro-cinético-funcionais com complicações sistêmicas
- 03.02.06.001-4Atendimento fisioterapêutico em pacientes com distúrbios neuro-cinético-funcionais sem complicações sistêmicas
Buscas relacionadas
Recebeu um atestado com G41.8?
O código descreve o diagnóstico que o médico registrou, pelo nome oficial da CID-10. Dúvidas sobre o diagnóstico, pergunte ao médico que assinou o atestado.
Perguntas sobre o G41.8
O que significa o CID G41.8?
G41.8 significa outros estados de mal epiléptico, pelo nome oficial da CID-10. É uma subcategoria de G41 (estado de mal epiléptico).
Quais são os outros códigos de G41?
G41.0 (estado de grande mal epiléptico), G41.1 (estado de pequeno mal epiléptico), G41.2 (estado de mal epiléptico parcial complexo) e G41.9 (estado de mal epiléptico, não especificado).
Qual a diferença entre G41.8 e G41.9?
Pelos nomes oficiais, G41.8 é outros estados de mal epiléptico, e G41.9 é estado de mal epiléptico, não especificado. Os dois ficam na categoria G41.
Pode colocar o CID G41.8 no atestado?
Só em três casos. Pela Resolução CFM 2.381/2024, o diagnóstico, codificado ou não, só entra no atestado por justa causa, dever legal ou pedido do paciente. Se ele pedir, escreva a concordância dele no atestado e registre no prontuário.[1]
O CID G41.8 dá direito a afastamento?
Não. O código G41.8 não dá afastamento por si só. Quem decide se o paciente precisa se afastar, e por quanto tempo, é o médico que o atende, no atestado. Para quem tem carteira assinada, a empresa paga os primeiros 15 dias de afastamento; a partir do 16º dia, o pedido vai ao INSS, que faz a perícia médica (Lei 8.213/1991, art. 60).[3]
Como informar o G41.8 na guia TISS?
Sem o ponto: G418.
[1] Conselho Federal de Medicina, Resolução CFM nº 2.381/2024, sobre a emissão de documentos médicos: sistemas.cfm.org.br.
[2] DATASUS, SIGTAP, competência 10/2026: os procedimentos e os medicamentos do Componente Especializado (CEAF) que aceitam cada CID. Ver no SIGTAP.
[3] Lei nº 8.213/1991, art. 60, sobre o benefício do INSS por incapacidade: planalto.gov.br.
Fonte: CID-10, DATASUS (Ministério da Saúde), edição de 2008, com os códigos novos do SIGTAP 10/2026. Atualizado em 29/10/2026. Ver na tabela oficial.
CID-10: Organização Mundial da Saúde; tradução do Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD, Faculdade de Saúde Pública da USP), distribuída pelo DATASUS.
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